28/10/2020 às 12h51min - Atualizada em 28/10/2020 às 12h51min

Médico italiano denuncia que a Covid-19 não é um vírus e sim um programa de despovoamento mundial.

“COVID19 não é o nome de nenhum tipo de vírus, mas o nome do programa de despovoamento Mundial C (certificate) O (of) V (vaccination) ID (identification) os direitos e liberdade das pessoas estão a ser retirados, impondo a ditadura globalista do tipo” uso obrigatório da máscara, cerco sanitário e muito mais que vem a caminho”.

Cristina Barroso
(REPRODUÇÃO)
Muitas evidências de que algo está nitidamente errado diante da rapidez com que criaram a vacina contra a Covid-19 e a campanha para a vacinação em massa da população.
Essa vacina não cumpriu o protocolo científico quanto aos testes de comprovação da eficácia e segurança e efeitos colaterais.
O empenho de governantes em determinarem a obrigatoriedade da vacina, nos deixa em alerta máximo, já que existe remédio barato para tratamento da enfermidade causada por esse vírus.

Nenhum vírus, até então, parou o mundo, destruiu a economia e nos trancou em casa.
A superlotação hospitalar não ocorreu e muito menos o número estrondoso de mortes por Covid, previstos pelas autoridades, não se cumpriram.
Hospitais de campanha foram desativados sem nem sequer terem sido usados. Tantas evidências de fraudes vinculadas a essa pandemia, nos faz no mínimo, questionar essa vacina criada por quem criou o vírus e enriqueceram com a venda dos respiradores, máscaras, testes etc...

O Dr. Roberto Petrella, médico italiano grava um vídeo alertando os italianos sobre a Covid-19.
Petrella alerta sobre a verdade por trás dessa pandemia farsante e o controle populacional executado através da vacinação geral.

Boatos.org alega ser fakenews a afirmação do médico italiano, mas até agora não provaram que suas alegações são falsas. O vídeo em questão foi retirado do You Tube, permaneceu apenas o que afirma ser o vídeo fake news. Para afirmar ser uma denúncia fakenews,  no mínimo, a lei devería exigir uma investigação e a comprovação de ser fakenews com responsabilização do responsável pela falsa denúncia.

No mínimo esse vídeo exige que façamos muitos questionamentos e perguntas, além de nos alertar para não aceitarmos qualquer imposição seja de teste ou de vacina, sem comprovação científica.

Doutor Roberto Petrella torna público e avisa os Italianos:

 “COVID19 não é o nome de nenhum tipo de vírus, mas o nome do programa de despovoamento Mundial C (certificate) O (of) V (vaccination) ID (identification) os direitos e liberdade das pessoas estão a ser retirados, impondo a ditadura globalista do tipo” uso obrigatório da máscara, cerco sanitário e muito mais que vem a caminho”.
A Covid-19 significa certificado de identificação com a inteligência artificial e 19 significa o ano em que foi criado. Covid-10 não é um vírus, mas é o nome do plano internacional de controle e da redução da população. Desenvolvido nas últimas décadas e lançado em 2020.


O que reativa o vírus é o terreno imunológico onde ele se encontra!
O que pretendem injetar dentro de nós será a mais terrível vacina de todas.

“É UMA VERDADEIRA DESCIDA AO INFERNO com o objetivo de um despovoamento de 80% da população. Não façam  testes, porque os testes não são confiáveis. Nenhum dos testes é capaz de detectar com precisão o vírus Sars Cov-2. Esse é o objetivo deles, pois 90% dos testados, testarão positivo” afirma Petrella.

“Testes estão sendo impostos nas escolas, uma vez que seu filho seja examinado, toda a família e todos os contatos imediatos serão forçados a passar por uma triagem”...“Lembrem, não somos doentes, ao contrário, somos apenas portadores saudáveis desse vírus. Ter o vírus não significa necessariamente que você está doente! Você está bem e com saúde!"
Acrescenta Petrella: "Todos os funcionários de instalações públicas, principalmente no setor de saúde, você será obrigado a fazer exames todos os meses. Tudo que eles querem e precisam obter é o seguinte: Fazer todos acreditarem que estão doentes porque ser positivo é prejudicial, significa ser um perigo para a sociedade! Recusar a detecção do vírus é a única maneira para evitar ser vacinado! Uma vez vacinados todos ficarão doentes e enfraquecidos (enfermos), e certamente seremos conduzidos à morte”.

E diz mais: “A única solução para salvar nossa humanidade, mas acima de tudo, para salvar a nós, italianos, é fazer com que as pessoas entendam que não devem ser testadas. Não dê a eles o que eles não têm (seu DNA) não caia na armadilha deles... Não faça o teste! É a única maneira de se salvar!”

Dr. Petrella diz ainda: “Você não poderá viajar sem a vacina, não poderá ir ao cinema e no futuro não poderá nem sair de casa, isso já está acontecendo em algumas cidades chinesas e a Espanha é um dos principais países de “test drivers” junto com a Argentina e todos os países latinos. Tudo já está montado e ativado em todas as empresas e meios de comunicação para a vacinação em massa. Eu prefiro a morte, mas nunca a vacinação”!!!

É muita coincidência o que o Supremo Tribunal Federal (STF) está tentando fazer aqui no Brasil?
Seria o Dr. Petrella um louco propagador de fakenews?

Vêm circulando nas redes sociais do mundo inteiro, mensagens e denúncias que afirmam que 96% das mortes por Covid-19 foi causada por conta de outras patologias.
De acordo com as denúncias, os países inflaram os números de mortos pelo vírus para causar terrorismo.
 
Um vídeo do parlamentar italiano Vittorio Sgarbi, publicado por ele no dia 24 de abril, ressalta que os números oficiais são enganosos: “Não digam que aqui tem 25 mil mortes. Não é verdade. Não usem os mortos por retórica e por terrorismo. Os dados do Instituto Superior da Saúde dizem que 96,3% morreram de outras patologias.”

Vale o questionamento e a atenção redobrada quanto ao posicionamento das autoridades que defendem a vacinação em massa. Essas autoridades merecem nossa confiança?
Questionem, pesquisem e não aceitem qualquer tipo de imposição vinda de quem não merece sua confiança.
Da mesma forma que devemos respeitar o direito de quem quer tomar a vacina, o direito de quem não quer tomar, também deve ser respeitado.
 
 
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