18/09/2020 às 11h44min - Atualizada em 18/09/2020 às 11h44min

Chefe do PCC era adido no Consulado de Moçambique em Belo Horizonte.

Ele ocupava cargo de adido no consulado de Moçambique, em Belo Horizonte. Tuta encontra-se foragido e foi alvo da Operação Sharks, desencadeada nesta segunda (14) pelos promotores do MP-SP.

Cristina Barroso
Reprodução
Marco Roberto de Almeida, o Tuta, assumiu o comando do PCC depois que o ex-chefe da facção, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, foi transferido para presídio federal. Ele ocupava cargo de adido no consulado de Moçambique, em Belo Horizonte. 
Tuta encontra-se foragido e foi alvo da Operação Sharks, desencadeada nesta segunda (14) pelos promotores do MP-SP.



Tuta
, recebia salário do Consulado de Moçambique em Belo Horizonte, mesmo sem nunca ter trabalhado no local.
Ele está entre os 21 suspeitos de fazerem parte da nova cúpula da organização criminosa, segundo o Ministério Público de São Paulo (MP-SP).
Também é apontado como integrante da célula "restrita", responsável pelo levantamento de endereços de autoridades e de policiais alvos de possíveis atentados da organização criminosa.




 "A partir da remoção [para o sistema federal], as ordens passaram a ser nas ruas. E um dos indivíduos, Marcos Roberto, vulgo Tuta, ele assumiu a função do Marcola. É um indivíduo que tem contato em consulado, que transita no país e fora do país. É uma operação hoje que a ordem não está mais centralizada dentro do presídio, mas na rua. Por isso a importância da operação de hoje", afirmou o promotor Lincoln Gakiya.
 


 
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