12/09/2020 às 10h28min - Atualizada em 12/09/2020 às 10h28min

É hora da direita agir: esquerdistas ignoram ART. 26º ao chamar Bolsonaro de genocida

Inobservância da Lei Nº 7.170 é crime tipicado em Lei

Kaio Lopes
Da Redação
(REPRODUÇÃO)
Quando Olavo de Carvalho afirma que Bolsonaro tem tido um comportamento ''passivo'' em relação ao tratamento dos adversários, não é somente em virtude da ausência de ações efetivas que punam os mais radicais, mas, vale destacar, também em razão do presidente ter do seu lado a Lei Nº 7.170/1983, podendo esta última servir como forma constitucional de punição contra os esquerdistas mais caluniadores. 

Frequentemente, através da maquiagem narrativa da imprensa, muitas pessoas, em suas contas pessoais ou no exercício de suas funções jornalísticas, imputam ao presidente da república o crime de ''genocídio'', chamando-lhe diretamente ''GENOCIDA'' e, inclusive, propalando tal acusação por meio de ferramentas que envolvem desde interações sociais até instituições acadêmicas. 

A referida Lei (Nº 7.170) prevê, em seu 26º artigo, pena de reclusão entre 1 e 4 anos àqueles que imputarem ao Presidente da República crime ou fato ofensivo à reputação, infrações estas cometidas até em demasia por jornalistas, ''pensadores'' e professores. Como os políticos, de maneira geral, têm o famigerado ''foro privilegiado'', estão imunes às denúncias. As outras três classes, no entanto, a partir da deturpação dos fatos e do abuso laboral das suas atribuições, não estão alheios à possibilidade de reclusão. 

Mesmo quando não há nenhuma espécie de prova que enseja associar Bolsonaro ao genocídio, são feitas campanhas em alusão à esta acusação. E pior: propagadas por grupos identitários de características ironicamente criminosas. Portanto, é daí a explicação do enunciado. 

A direita precisa denunciar. A direita precisa enquadrar. A direita precisa, sobretudo e de uma vez por todas, acordar.

 
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