04/09/2020 às 12h56min - Atualizada em 04/09/2020 às 12h56min

Esse conseguiu vencer as drogas! Final feliz para Thomas.

Diagnosticado com hiperatividade e déficit de atenção bem cedo, passou a tomar remédios fortíssimos. Sempre se excluindo e sendo motivo de chacota nas várias escolas em que estudou.

Cristina Barroso
Trazemos para vocês caros leitores, uma história de sucesso contra as drogas.
Thomas Giovanazzi, nascido em 12 de julho de 1996, São Paulo. Um jovem irreverente, que desde sempre teve o sonho de ser um artista, fosse pela música, poesia, cinema ou qualquer que fosse a ramificação de arte. Ainda menino enfrentou o divórcio de seus pais e sempre fingiu lidar bem com isso. Algo que não era verdade, pois se sentia culpado.

Diagnosticado com hiperatividade e déficit de atenção bem cedo, passou a tomar remédios fortíssimos. Sempre se excluindo e sendo motivo de chacota nas várias escolas em que estudou.
Começou a fumar cigarros aos treze anos e na mesma idade conheceu o álcool e logo se viciou, pois descobriu que se combinasse o tarja-preta  contra a hiperatividade com bebidas, teria um considerável efeito de loucura.
Adorava a sensação de estar louco, pois era um modo de fugir à realidade e fazer o tipo de coisas que chama a atenção sem se constranger.

Quando ingressou no primeiro colegial tudo mudou. Encontrou pessoas que compartilhavam de seu interesse por música, poesia e cinema. E com essas companhias teve suas primeiras experiências com drogas.
Com quinze anos, se enturmou com a turma da pesada, e após uma viagem alucinante, se tornaram uma família inseparável.
Começou então seu martírio com as drogas, brigas familiares e todo o resto que faz parte da vida de um usuário.

Aos dezessete anos já fazia o uso de qualquer substância que alterasse seu humor, fossem fármacos, drogas de rua ou qualquer coisa que dissessem que dava “brisa”.
Foi então que se mudou, após uma grave briga com a mãe, para a casa da avó.
A partir desta idade já estava tão viciado em drogas que não passava mais do que poucos minutos sem fazer o uso, independente do que fosse.
As drogas que mais gostava no início, como, maconha, haxixe, LSD, DMT, álcool e cigarros, logo foram substituídos por heroína, cocaína, crack, MD, Álcool e remédios.

Dos dezessete aos vinte e três deixou um imenso rastro de tristeza e destruição por onde passou, ficou cego de paixão e teve três relações amorosas que quase o destruíram, mandando-o para um nível cada vez mais no fundo do poço.
Teve inúmeras overdoses, prejudicou todos os que cruzaram seu caminho e conheceu a franca loucura.
Aos vinte e três anos teve um despertar espiritual e pediu ajuda.

Foi internado em uma instituição e lá dentro encontrou um novo modo de viver.
Foi no terceiro, dos sete meses em que ficou internado que decidiu escrever sua história, concluiu seu livro autobiográfico após encontrar qualidade de vida fora da clínica.
Voltou para sua família e encontrou um novo modo de viver sem precisar fugir da realidade através das drogas.



Essa é uma história, de um ex-viciado, com final feliz!
Quantos viciados não têm a mesma sorte?
Diga não as drogas!
O título do livro é “Saindo das trevas” autor Thomas Giovanazzi, que usa o pseudônimo de Tomy Stone.
O livro encontra-se a venda no site https://clubedeautores.com.br/livro/saindo-das-trevas, adquira o livro do Thomas e conheça sua história completa.
Quem sabe esse livro pode ajudar outros jovens?
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