21/08/2020 às 11h21min - Atualizada em 21/08/2020 às 11h21min

MP investiga a Associação Filhos do Pai Eterno

A Associação é investigada pelo Ministério Público por organização criminosa, apropriação indébita, lavagem de dinheiro, falsificação de documentos e sonegação fiscal.

Cristina Barroso
Google reprodução

A Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe), rsponsável pela Basílica de Trindade, é alvo de investigação pelo Ministério Público por organização criminosa, apropriação indébita, lavagem de dinheiro, falsificação de documentos e sonegação fiscal.
O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de Goiás (MP-GO), cumpre, nesta sexta-feira (21), 16 mandados de busca e apreensão na sede da entidade, empresas e residências em Goiânia e Trindade.



A Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe) nasceu em 2004, a partir do sonho do reitor do então Santuário do Divino Pai Eterno, Pe. Robson de Oliveira, de reunir o maior número possível de fiéis católicos e devotos. O objetivo era proporcionar auxílio na vivência da fé e propagar a devoção ao Divino Pai Eterno. A Afipe, hoje, conta com uma equipe de funcionários pronta para atender aos filhos e filhas do Pai Eterno.
Os trabalhos desenvolvidos têm colaborado para o amadurecimento da fé de milhares de famílias que se renovam no compromisso pessoal, comunitário e, principalmente, na prática da vida cristã. As doações recebidas são voltadas para a evangelização por meio da TV e para Obras Sociais.

DOAÇÕES
VELAS DA FÉ
APOIO ESPIRITUAL
 
No entanto, as investigações detectaram fortes indícios de que o presidente da entidade, padre Robson de Oliveira Pereira, teria utilizado indevidamente recursos das contas da entidade, após ser vítima de extorsão em março do ano passado.
O padre Robson transferiu cerca de R$ 2 milhões da entidade para cinco dos acusados de extorsão que o ameaçavam de divulgar informações  e mensagens de cunho pessoal e amoroso caso não recebessem o dinheiro.

 
 
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