20/08/2020 às 19h37min - Atualizada em 20/08/2020 às 19h37min

Atenção: A máscara prejudica sua saúde!

Ou seja, seu uso mandatório é não apenas uma violação da liberdade individual, mas da saúde mesma.

QAnonBR #WWG1GA
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O estudo “Preliminary report on surgical mask induced deoxygenation during major surgery” (Bader A et al. ‘Neurocirugia’ 2008; 19:12-126) demonstrou que o uso de máscaras cirúrgicas reduz o nível de oxigênio no sangue.

Usando um oxímetro em dezenas de cirurgiões, os pesquisadores descobriram que o uso das máscaras causava uma redução significativa de oxigênio no sangue deles após as cirurgias (eles faziam a medição antes e após as cirurgias, durante as quais eles usavam as máscaras). Assim, quanto mais durava a cirurgia, maior a queda no nível de oxigênio no sangue.

Aliás, para entender melhor esse ponto é recomendável a leitura do artigo “Effects of long-duration wearing of N95 respirator and surgical facemask: a pilot study” (Zhu JH et al. ‘Journal of Lung, Pulmonary & Respiratory Research’ 2014:4:97-100).

Para quem ainda duvida que o uso de máscaras possa nos tornar propensos não apenas a contrair infecções (como do COVID-19), mas a ter seus efeitos agravados, recomendo alguns artigos: “Cutting edge: Hypoxia-Inducible Factor-1 negatively regulates Th1 function” (Shehade, H. et al. ‘The Journal of Immunology’ 2015; 195:1372-1376), “Hypoxia enhances immune suppression by inhibiting CD4+ effector T cell function and promoting Treg activity” (Westendorf A.M, et al. ‘Cellular Physiology & Biochemistry, 2017; 41:1271-84) e “Hypoxia-driven immunosuppression contributes to the pre-metastatic niche” (Sceneay J. et al. ‘OncoImmunology’ 2013; 2:1 22355).

Se não bastasse isso, pacientes com câncer tendem a ter (com a hipóxia) um agravamento de seu quadro, uma vez que o câncer se desenvolve melhor em microambientes com baixos níveis de oxigênio. Não apenas isso, esse mesmo baixo nível de oxigênio nos torna propensos a inflamações, as quais, por sua vez, levam a várias enfermidades (câncer incluso).

Por fim, ainda é digno de nota outro problema inerente ao uso prolongado de máscaras, do qual, aliás, mesmo pessoas sem formação médica se apercebem (já escutei muitas se perguntando), qual seja: se estivermos com algum vírus respiratório e usarmos máscaras não iremos, então, os exalar e absorver novamente?
Isso não aumentará a concentração desses vírus nas vias respiratórias e nos pulmões? Essas são perguntas legítimas e baseadas em bom senso, para as quais a resposta sugere que sim.

Não apenas isso, alguns estudos mais recentes aprofundam ainda mais o problema: “Evidence of the COVID-19 virus targeting the CNS: Tissue distribution, host-virus interaction, and proposed neurotropic mechanisms” (Baig A.M et al. ‘ACS Chemical Neuroscience’ 2020;11:7:995-998) e “Nervous system involvement after infection with COVID-19 and other coronaviruses” (Wu Y et al. ‘Brain, Behavior, and Immunity’ 2020, pages 18-22) oferecem evidências assustadoras, as quais apontam para o fato de que os vírus, em certas situações, podem ir para o cérebro pelo nervo olfatório, particularmente para a área do cérebro responsável pelas memórias recentes.

Em resumo, o uso continuado das máscaras “aprisionaria” os vírus nas passagens nasais, de tal forma que eles “viajariam” pelo nervo olfatório até o cérebro. Parece impossível? Então leiam “Spread of a neurotropic murine coronavirus into the CNS via the trigeminal and olfactory nerves” (Perlman S. et al. ‘Virology’ 1989;170:556-560).

A que conclusões chegamos após a leituras desses artigos científicos revisados por pares? Primeiro, que o uso de máscaras durante essa suposta pandemia não está fundada em ciência, pois simplesmente não há estudos que demonstrem sua eficiência para evitar a propagação do vírus; a obrigatoriedade de seu uso está baseada ou em pretensões políticas sórdidas (causar pânico, terror, caos, violação da liberdade, ...) ou em uma ignorância associada a um sentimentalismo abjeto; além disso, a maioria das pessoas é inclusive assintomática, ou seja, sequer apresenta sintomas da doença, sendo que mesmo pessoas do chamado grupo de risco sobrevivem, de tal forma que o mais sensato seria (como diversos cientistas têm demonstrado, deixar o vírus se espalhar para que se alcance a ‘imunidade de rebanho’;

Em segundo lugar, pelo que podemos depreender de estudos como os citados, não apenas o uso de máscaras é ineficiente para impedir a propagação do vírus: seu uso pode trazer colateralidades graves, eventualmente fatais, para a saúde.

Ou seja, seu uso mandatório é não apenas uma violação da liberdade individual, mas da saúde mesma.

Portanto, se a preocupação de nossos gestores fosse realmente “salvar vidas” se baseando em ciência, eles não apenas fundamentariam decisões como a imposição ditatorial do uso de máscaras, mas trariam para suas decisões posições como aquelas expressas nos artigos (científicos revisados por pares) que citei acima.

No entanto, a ciência tem sido não apenas vilipendiada, mas objeto de censura, uma censura que acusa de “negacionistas” e de “obscurantistas” justamente aqueles que querem um debate mais amplo baseado em dados, fatos e, claro, bom senso.

Concluindo: acima apenas me limitei a trazer algumas das informações encontradas nos artigos referidos, todos expressando pesquisas acadêmicas revisadas por pares.

Agora, pergunto: como simplesmente as ignorar? Como ignorar o fato de que as medidas adotadas contra o coronavírus talvez sejam mais perniciosas do que a suposta pandemia? Se nossos prefeitos e governadores estão embasados em ciência, qual a razão para eles simplesmente ignorarem tais pesquisas?

Em verdade, o fato é que eles talvez não estejam usando a ciência como bússola para suas tomadas de decisões, mas, sim, suas idiossincrasias políticas, um sentimentalismo chulo e, claro, a estupidez.

Enquanto isso as pessoas sofrem ..

Fonte: QAnonBR #WWG1GA

 
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