17/08/2020 às 13h04min - Atualizada em 17/08/2020 às 13h04min

Racha na administração nacional da OAB

Um documento oficial expondo um “racha” na própria administração nacional da OAB.

Cristina Barroso
Google reprodução
Um documento oficial expondo um “racha” na própria administração nacional da OAB.

Três dirigentes dos cinco que compõe a atual diretoria, acusam com sólidos argumentos, que uma “ata” de reunião de Diretoria teria “deferido” um pedido de aposentadoria e R$ 17.000 por mês do Superintendente do Conselho Federal da OAB, um antido funcionário que provavelmente tem conhecimento de detalhes de todas as “operações” feitas dentro da OAB, quando o “pedido” de aposentadoria sequer foi formalizado e muito menos aceito pelo “colegiado”.



Estimasse que a arrecadação da OAB é de R 1,5 bilhão de reais. A instituição passa longe da transparência de sua arrecadação e dos detalhes públicos dos seus gastos.
Nem os advogados pagantes a OAB presta contas e muito menos ao TCU graças a liminar de 08/06/2019  MS 36.376 da Ministra Rosa Weber, indicada por Dilma.

Após 31 anos da Carta Magna, o Conselho Federal da OAB, que detém mais poderes  que qualquer outros “Conselhos de classe”, seus conselheiros são eleitos trienalmente pelos pelos 81 conselheiros e não pelos 1milhão e 300 mil advogados atualmente no país. Os extratos de sua movimentação financeira deveriam exibidos no Portal da Transparência, da mesma forma que outros conselhos de classe. O que nos leva a pensar que para a OAB o que importa é o número e não a qualidade dos advogados formados.

A OAB, em todos os níveis administrativos somente contrata por indicação política, partidário ou familiar procuradores da entidade, funcionários, construtoras e empresas de eventos também são contratadas sob esse perfil. Sendo a OAB um Serviço Público Federal que se comporta como uma empresa privada.
Com esse perfil político de contratação, vemos essa instituição virar puxadinho de partidos políticos, com militantes como funcionários e prontos para defender seus interesses políticos e não o interesse da nação ou de seus membros pagantes que a sustentam .
 
 
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