11/08/2020 às 09h56min - Atualizada em 11/08/2020 às 09h56min

PT e a trama para anular sentenças de corruptos e corruptores

“Eu acho que o STF, se acolher a tese de que o juiz que sentenciou era suspeito, portanto inabilitado para fazê-lo do ponto de vista técnico-jurídico, o ato é absolutamente nulo. E, sendo nulo, eu tenho comigo que efetivamente se aproveita a todos os que foram alcançados por essa sentença”.

Cristina Barroso
Yahoo reprodução
A trama muito bem arquitetada pela esquerda, mais precisamente pelo PT, vem ganhando forma e corre-se o alto risco dessa trama se tornar realidade.

A saída do juiz Sergio Moro do governo de forma pouco convencional, colocou em suspeição a sua retidão como magistrado. A esquerda se aproveita dessa narrativa para tentar anular sentenças e absolver corruptos e corruptores. O que seria uma jogada de mestre se não fosse perversa e inconcebível em qualquer país sério.

O advogado de Lula, José Roberto Batochio, vai além da imaginação, veja o que disse:

“Eu acho que o STF, se acolher a tese de que o juiz que sentenciou era suspeito, portanto inabilitado para fazê-lo do ponto de vista técnico-jurídico, o ato é absolutamente nulo. E, sendo nulo, eu tenho comigo que efetivamente se aproveita a todos os que foram alcançados por essa sentença”.

Prossegue

“Creio que haveria anulação de todos os processos decisórios da lavra do juiz suspeito. E ele homologou as colaborações, decidindo se estavam presentes os requisitos formais exigidos por lei. Ainda que não se trate de decisão sobre o conteúdo dessas colaborações, o fato é que se trata de uma homologação que tem conteúdo decisório”.
 
Esse ataque contra a Lava-jato, com o claro objetivo de livrar o meliante Luiz Inácio Lula da Silva, pode representar um preço extremamente alto para o país, literalmente.

Se nos distrairmos, poderemos ver  o país ter que devolver todo o dinheiro apreendido na Operação Lava-jato para os corruptos, e ainda com juros e correção monetária, sem falar nas indenizações milionárias que teríamos que pagar aos que foram presos.

Inaceitável!
 
 
 
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