30/07/2020 às 23h23min - Atualizada em 30/07/2020 às 23h23min

Após pressão da esquerda contra, Weintraub é nomeado diretor no Banco Mundial

Vinicius Mariano
O ex-ministro da educação e atual diretor executivo do Banco Mundial, Abraham Weintraub
O Banco Mundial soltou nesta quinta-feira (30), em seu site oficial, uma nota em que confirma que o ex-ministro da educação do governo do presidente Jair Bolsonaro, Abraham Weintraub, foi eleito pelo grupo constituency, que é composto pelos países Brasil, Colômbia, República Dominicana, Equador, Haiti, Panamá, Filipinas, Suriname e Trinidad e Tobago, para ser diretor executivo no Conselho do banco e representar os países desse grupo.

O cargo o qual Weintraub irá assumir durará apenas 3 meses, visto que em novembro a posição de diretor executivo será novamente aberta para eleição. No caso, o diretor executivo não é um funcionário do Banco Mundial, mas sim um cargo temporário para o qual alguém é nomeado ou eleito pelos representantes dos acionistas do banco.

Personalidades de esquerda tentaram pressionar a instituição para não aceitar Weintraub no cargo com um manifesto assinado por pessoas como Márcia Tiburi, a professora que fala em lógica do assalto e laicidade do ânus, e Túlio Gadelha, o namorado da Fátima Bernardes, porém, o manifesto foi ignorado pelo banco.

Para preservar a integridade dos resultados, o sigilo do voto foi mantido, logo, não há como saber como cada país votou e nem se Weintraub foi aprovado por unanimidade. A expectativa do banco é que o ex-ministro comece os trabalhos já na primeira semana de agosto.
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