30/07/2020 às 19h33min - Atualizada em 30/07/2020 às 19h33min

"Acuse o outro do que você faz" e a narrativa esquerdista não para.

O deputado petista Paulo Fiorilo apresentou pedido alegando que a corporação agiu com violência e truculência contra o protesto pela “democracia” enquanto os manifestantes pró-governo foram tratados de ‘modo leniente e complacente’.

Cristina Barroso
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“O Ministério Público de São Paulo abriu investigação para apurar a conduta dos policiais militares que entraram em confronto com manifestantes contrários ao presidente Jair Bolsonaro na Avenida Paulista, na região central da capital. No final de maio, a Polícia Militar usou bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar o protesto em oposição ao governo federal, organizado por grupos ligados a torcidas de futebol autodenominados pró-democracia e antifascistas” (matéria publicada pelo Estadão).
O deputado petista Paulo Fiorilo apresentou pedido alegando que a corporação agiu com violência e truculência contra o protesto pela “democracia” enquanto os manifestantes pró-governo foram tratados de ‘modo leniente e complacente’.

A narrativa da esquerda é sempre a mesma, “acuse o outro do que você faz”.
As torcidas organizadas (antifas) atacaram a polícia com pedras, agrediram pessoas com a camisa do Brasil.
Comentário do Deputado Estadual Carlos Jordi:
“Dois deputados federais do PSOL estavam no ato, que contou com o apoio do terrorista do MTST e do fruta. A gaviões da fiel e demais torcidas que organizaram o ato de vandalismo têm que ser responsabilizadas civil e penalmente. Chegamos ao período em que, para cometer atos antidemocráticos e terroristas, levanta-se a bandeira da democracia”.

"As imagens registradas pela mídia mostram claramente que a narrativa o deputado petista não procede.

O grupo “pró-democracia” foi afastado e dissipado através da força e da truculência", sustenta Fiorilo no pedido.
Ao assistir o vídeo da manifestação chegamos a conclusão que a Polícia Militar agiu de forma correta ao lançar bombas de efeito moral e atirarem com balas de borracha para dispersar os manifestantes.

De início, o Ministério Público pede que o comandante geral da Polícia Militar de São Paulo, coronel Fernando Alencar Medeiros, responda a uma série de questionamentos, incluindo quantas balas de borracha e bombas de efeito moral foram usadas pelos agentes no episódio e se foi aberta apuração na Corregedoria da corporação para apurar o caso.

Após o episódio, o governador João Doria (PSDB) saiu em defesa da corporação. Nas redes sociais, o tucano disse que os agentes agiram pela integridade 'dos dois lados'.
 
 
 
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