29/07/2020 às 16h02min - Atualizada em 29/07/2020 às 16h02min

Madonna desce do salto e defende a hidroxicloroquina

Imediatamente, o Instagram a censurou

Kaio Lopes
Da Redação
SpinOff (REPRODUÇÃO)
Na contramão do pop contemporâneo e sua tendência pateticamente esquerdista, a cantora Madonna, na noite desta terça-feira, (28), chocou a indústria ao compartilhar, via Instagram oficial, um vídeo em alusão à hidroxicloroquina e emitir um comentário concordando com a sua utilização e administração para o tratamento da COVID-19. Minutos após a publicação, a rede ''social'' bloqueou seu acesso e alertava, de modo imperativo, sobre ser ''informação falsa'', ainda que tenha sido um mero posicionamento em dissonância ao consenso do establishment. Confira:

No print, é possível identificar o conteúdo da mensagem: ''A verdade vai nos libertar, mas algumas pessoas não querem ouvir a verdade. Especialmente as pessoas no poder que ganham dinheiro com essa longa busca por uma vacina que foi comprovada e está disponível há meses. Preferem deixar que o medo os controle e deixar com que os ricos fiquem mais ricos e os pobres e doentes fiquem mais doentes. Esta mulher (Stella Imannuel - responsável pelo vídeo) é minha heroína. Obrigada, Stella Imannuel!''. 

Dois minutos depois, já verificamos uma mensagem de um fã dizendo ''STOP!'', situação essa que se sucedeu pela noite inteira, mostrando que não há respeito às opiniões e ao senso democrático mesmo entre aqueles ditos ''vítimas de opressão'', a exemplo de homossexuais (maior base de fãs da artista). 

O mesmo vídeo havia sido compartilhado pelo presidente Trump. Nele, a médica texana, Stella Imannuel, que exerce a pediatria, junto ao grupo tido como ''Médicos na linha de frente pela América'', afirma haver cura através da cloroquina. O fato, porém, é que não há uma comprovação científica a respeito da medicação. Porém, há uma série de protocolos oficiais e sugestões de equipes médicas, além de estratégias hospitalares, indicando haver uma grande propensão de resultados positivos quando na utilização da droga. 

A grande questão aqui não é necessariamente a eficácia ou não do medicamento. É simplesmente o modo parcial e ideológico da imprensa e da classe artística no tratamento da situação. E quando há uma visão controversa, principalmente de uma figura poderosa como Madonna, as estruturas de poder são abaladas e ficam evidentes, ao passo em que iniciam boicotes contra a emissora da mensagem.
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