01/10/2021 às 09h37min - Atualizada em 01/10/2021 às 09h37min

Putin coloca o Facebook em alerta: pare de promover a pedofilia ou vou esmagá-lo

O presidente russo, Vladimir Putin, prometeu punir o Facebook se eles não removerem a pedofilia da plataforma imediatamente.

Luiz Custodio
Dailycaller.com

Na quinta-feira, o governo de Putin ameaçou emitir multas exorbitantes para o Facebook se a gigante da mídia social se recusasse a excluir conteúdo que foi proibido na Rússia.
 

A mudança ocorre poucos dias depois de Putin prometer punir o YouTube por censurar conteúdo independente na plataforma.
 

Em declarações à  Reuters, o regulador de tecnologia e telecomunicações da Rússia, Roskomnadzor, disse que enviaria agentes do governo aos escritórios do Facebook para fazer cumprir as multas.
 

Relatórios do Dailycaller.com: A Rússia declarou "extremistas" grupos ligados ao dissidente e crítico de Vladimir Putin Alexei Navalny em junho, banindo os partidos políticos adjacentes a Navalny e congelando as contas bancárias de seus partidários. Navalny cumpre atualmente uma pena de prisão de dois anos e foi vítima de um ataque de envenenamento em setembro de 2020.

 

A Rússia ameaçou o Facebook e a controladora do Google, Alphabet, com multas de até 20% de sua receita anual russa em meados de setembro,   informou a Bloomberg, depois que os gigantes da tecnologia se recusaram a censurar conteúdo em nome da Rússia.
 

A ameaça é o mais recente desenvolvimento nos esforços contínuos de Moscou para colocar as empresas de tecnologia dos Estados Unidos sob seu controle.
 

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse na quarta-feira que planeja bloquear o acesso dos russos ao YouTube depois que a plataforma de vídeo removeu dois canais apoiados pelo Estado por espalhar informações incorretas do COVID-19. A CEO do YouTube, Susan Wojcicki, também não negou as alegações de que a empresa havia removido conteúdo relacionado à Navalny de sua plataforma.
 

A Apple e o Google removeram um aplicativo de votação com link para Navalny de suas lojas de aplicativos em meados de setembro, sob ameaça de processo por parte das autoridades russas. O aplicativo foi usado por apoiadores de Navalny para coordenar campanhas eleitorais e foi removido antes das eleições parlamentares da Rússia.

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