20/07/2020 às 11h59min - Atualizada em 20/07/2020 às 11h59min

Vacina de Oxford gera resultados positivos contra o coronavírus

Além dos resultados positivos, efeitos colaterais são mínimos e podem ser combatidos com paracetamol

Vinicius Mariano
Pesquisadores de Oxford divulgaram na revista Lancet na manhã desta segunda-feira (20) que a vacina que a universidade britânica está desenvolvendo deu bons resultados contra o coronavírus na primeira e na segunda fase de testes do medicamento. A terceira fase está acontecendo no Brasil, país em que a China, apoiada por João Doria, governador de São Paulo, está testando uma vacina desenvolvida em uma parceria do instituto Butantan com a Sinovach Biotech, um laboratório afiliado da empresa estatal Grupo Farmacêutico Nacional da China, com sede na capital da ditadura, Pequim.

Além dos resultados positivos, os efeitos colaterais da vacina foram mínimos e puderam ser reduzidos quando os pacientes tomaram paracetamol. Estão inclusos nos efeitos febre, fadiga, dor na região de aplicação do medicamento, calafrios e dores musculares.

O estudo divulgado pelos pesquisadores também levantou a possibilidade de que a eficácia da vacina é maior ainda se tomada em duas doses, o que será confirmado após os testes feitos em pacientes na terceira fase, que ocorre, além do Brasil, no Reino Unido e na África do Sul

A vacina de Oxford é a mais promissora segundo a Organização Mundial de Saúde, além de concorrer com a vacina da ditadura chinesa, que irá ganhar para vender um medicamento para uma doença causada por culpa da ingerência de seus próprios governantes.

A parceria do Brasil com a universidade de Oxford foi anunciada pelo governo federal, sob a gestão do atual ministro da saúde, o general Pazuello, que assumiu a pasta de forma interina após os últimos ministros civis, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, não estarem em consonância com as políticas defendidas pelo presidente Jair Bolsonaro.
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