02/08/2021 às 15h48min - Atualizada em 02/08/2021 às 15h48min

SHOW DA DEMOCRACIA - Em todo o país, o povo demostra de forma pacífica, o desejo por eleições limpas

Por que o TSE insiste em ignorar os apelos do povo brasileiro por eleições auditáveis e democráticas?

Lucas Silva
BSM
FONTE: BSM

  Por todo o país, de maneira pacífica e democrática, brasileiros se manifestaram em defesa do voto impresso auditável e da contagem pública nas eleições

 

 

 

O cartaz exibido por uma menina durante a manifestação em Londrina resumiu o pensamento de milhares de brasileiros que foram às ruas pacífica e democraticamente neste domingo, 1º de agosto, para exigir transparência e credibilidade nas eleições de 2022. Os dizeres do cartaz eram simples, como simples é a reivindicação do povo:

 

Em cidades do Norte e do Sul, o grito pelo voto democrático ecoou no mar de gente verde-amarelo. Mas as primeiras vozes soaram ainda pela manhã, no Planalto Central. Só quem esteve na Esplanada dos Ministérios sabe como aquele lugar é gigantesco, e como é difícil enchê-lo com pessoas, ainda que sejam numerosas. Mas foi exatamente isso que aconteceu: lá, onde os Três Poderes da República estão sediados, ficou claro quem é verdadeira fonte original de todo poder humano: o povo. Saberão os deputados e senadores, representantes do povo, reconhecer essa soberania? Ou mais uma vez darão as costas à vontade popular?

 

BRASÍLIA

 

Um dos manifestantes presentes na Esplanada dos Ministérios foi o ex-chanceler Ernesto Araújo, o homem que elevou o Brasil a uma nova e soberana posição no círculo das nações, tendo, por isso mesmo, desagradado os serviçais da maior ditadura do mundo. Entrevistado pela repórter Yasmin Alencar, Ernesto definiu a importância das manifestações de ontem:

“Esta manifestação é essencial para mostrar o que a gente sabe: a população brasileira tem um problema de desconfiança em relação ao sistema atual de votação. As pessoas querem o voto audível, um sistema que corresponda à confiança dos eleitores e que transmita a sensação de integridade do voto. Isso tem que ser mostrado nas ruas. Essa pauta é essencial à democracia, assim como outras pautas, como a liberdade de expressão. A confiança no voto é o alicerce da democracia”.
 

SÃO PAULO 

Por falar na maior ditadura do mundo, um diplomata que a representa afirmou recentemente: “Deus é o povo”. Na ocasião, a afirmação contrária aos valores judaicos-cristãos que fundamentam nossa civilização foi refutada por Ernesto Araújo. Hoje, no entanto, o assunto voltou à baila pela voz de um outro brasileiro ilustre: Dom Bertrand de Orleans e Bragança. Sua Alteza Imperial falou a outro mar de gente: cerca de meio milhão de pessoas reunidas na Avenida Paulista, em São Paulo. O diretor de opinião do BSM, Bernardo Pires Küster, que estava presente na Paulista, afirma que a fala de Dom Bertrand foi o ponto alto da manifestação deste domingo, ao ressaltar a importância da fé em Deus para o povo brasileiro e para o futuro de nosso país. Deus não é povo; Ele está acima do povo, e nós estamos nas mãos dEle.

 

  

Segundo informa o repórter Ronaldo Mota, a Avenida Paulista estava pintada de verde e amarelo.  Nos canais dos organizadores, indicava-se 27 cidades só do Estado de São Paulo onde haveria manifestação popular em favor do voto auditável.

Na altura da Rua Pamplona, a visão de cima do caminhão de som do Movimento Nas Ruas impressionava. Havia outro carro de som em frente ao Masp e, até onde o olho alcançava, a Paulista estava ocupada por milhares de brasileiros, vestidos de verde e amarelo, com cartazes e bandeiras do Brasil. Estavam presentes diversos deputados estaduais, como Douglas Garcia, Gil Diniz, Tenente Nascimento, Major Meca e Altair de Moraes, e deputados federais como Carla Zambelli, Coronel Tadeu e Eduardo Bolsonaro. O próprio Presidente Bolsonaro falou com a multidão através de um telão postado ao lado do caminhão, bem como a deputada Bia Kicis, idealizadora da PEC 135, a PEC do voto auditável.

 

FLORIANÓPOLIS

Em Florianópolis, conforme relata Hélio Costa Jr., os manifestantes foram às ruas principalmente para pedir o voto impresso e auditável com apuração pública dos votos.  Mesmo assim, alguns manifestantes abordaram outra questão importante, e criticaram as interferências do Supremo Tribunal Federal e do Congresso Nacional nos assuntos do Executivo. Segundo informações de organizadores, estiveram presentes 10 mil pessoas nas ruas da capital catarinense.
 


CURITIBA



Na Boca Maldita, tradicional local de manifestações populares em Curitiba, dezenas de milhares de pessoas estiveram presentes. Stefani Onesko estava lá e conferiu. O presidente Jair Bolsonaro, por telefone, passou uma mensagem aos manifestantes curitibanos, afirmando o valor do povo na luta por eleições mais transparentes e que o povo brasileiro é o seu único exército. Todos os presentes e organizadores clamaram e pediram pelo voto impresso e pela contagem pública dos votos. Um dos manifestantes, Matheus, médico, de 29 anos, apontou a importância do voto impresso auditável para a lisura das eleições. Segundo eles, “são as instituições e, por fim, o Brasil que ganham com algo que desagrada apenas aos corruptos e antidemocráticos”.

Ali, no coração da capital paranaense, também estavam Simone, 62 anos, e Gabriel, 27 anos — mãe e filho. Da mesma forma que inúmeras outras famílias que se manifestaram no país inteiro, eles ressaltaram a importância de eleições limpas e confiáveis para as futuras gerações. “Para nossos filhos e netos, precisamos garantir a soberania do Brasil com o voto impresso e da contagem pública dos votos”, disse Simone.

 

 


RIO DE JANEIRO




Matheus Dominguez fez a cobertura das manifestações pelo voto auditável no Rio de Janeiro e em Niterói. Nas duas cidades, a adesão popular foi enorme. Em Niterói, nosso correspondente destacou a diversidade das faixas etárias presentes: jovens e idosos, lado a lado, compartilharam o mesmo espírito patriótico e defenderam com entusiasmo o voto auditável e a contagem pública. “A manifestação pelo voto impresso em Niterói foi um sucesso. Dez mil pessoas lotaram a Praia de Icaraí pedindo que a soberania popular seja respeitada com mais transparência nas eleições”, disse o deputado federal Carlos Jordy.

Na Praia de Copacabana, os cariocas voltaram a dar um show de civismo. Milhares de pessoas, bandeiras, cartazes e veículos de som compuseram uma grande festa, enfeitando de verde-amarelo a tradicional Princesinha do Mar. “O Brasil deu a sua manifestação de fortalecimento da democracia, e o presidente Bolsonaro mostra mais do que nunca a sua força popular”, comentou o deputado estadual Dr. Serginho. “O voto auditável se impõe."

 

SALVADOR

As manifestações em Salvador pelo voto auditável tiveram a sua concentração na manhã deste domingo, segundo Lucas Ribeiro, colunista do BSM. O local foi o tradicional ponto de encontro da direita baiana: o Farol da Barra. Os manifestantes em defesa da democracia caminharam até a estátua do Cristo.

O evento foi marcado por expressivo número de manifestantes. Estimativas dos organizadores do evento e a mídia local variaram entre 10 mil e 40 mil pessoas. Sem dúvida, foi a maior manifestação dos últimos anos na capital baiana. Entre as principais lideranças políticas defendendo um voto mais seguro e transparente estavam Raíssa Soares, Cezar Leite, Alexandre Aleluia, Leandro de Jesus, Capitão Alden, Alexandre Moreira, entre outros. O evento ocorreu de forma pacífica. O mais criticado foi o ministro Luís Roberto Barroso; o mais apoiado, Jair Bolsonaro.

 

RECIFE


 

No Recife, onde estava o repórter Vinícius Sales, os manifestantes iniciaram concentração no bairro de Boa Viagem. Com trios elétricos e bandeiras, os manifestantes cantaram o Hino Nacional e canções patrióticas. O ato público seguiu tranquila e pacífica, com a presença de muitos manifestantes. Os organizadores estimam entre 10 mil e 15 mil participantes. Marcaram presença o ministro do Turismo, Gilson Machado, o deputado estadual Alberto Feitosa e o presidente do PTB-PE, Coronel Meira.

 

 

LONDRINA

E encerramos este relato sobre as manifestações de 1º de agosto pelo mesmo local em que a iniciamos: a cidade de Londrina, Paraná. Terra do deputado federal Filipe Barros, que subiu no caminhão de som para dizer com todas as letras:

“A maior prova de que o atual sistema eleitoral não é confiável está sendo dada pelo comportamento do TSE. Por que eles insistem em ignorar os apelos do povo brasileiro por eleições auditáveis e democráticas?”

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