21/06/2021 às 16h23min - Atualizada em 21/06/2021 às 16h23min

O silêncio ensurdecedor da mídia sobre os óbitos e os efeitos adversos graves das vacinas COVID denunciados no mundo

Diversos países, como EUA, Japão, Israel e Canadá, estão empenhados em investigar as denúncias sobre os óbitos e reações adversas provocadas pelas vacinas, esclarecendo a população. Menos o Brasil.

Cristina Barroso
(REPRODUÇÃO)
Nosso compromisso é publicar conteúdo em defesa da saúde pública com transparência e isenção.
Desde o início da pandemia, publicamos entrevistas e declarações de cientistas sobre a eficiência do tratamento precoce e os efeitos colaterais que as vacinas vêm apresentando. Sofremos uma perseguição severa dos serviços de “fact-checking” e censura nas redes sociais.
Corroboramos com a denúncia feita pela Mídia sem máscaras, pois é absolutamente real a ocultação pelos grandes grupos de comunicação sobre a quantidade de óbitos e reações adversas apresentados após a vacinação.

Diversos países, como EUA, Japão, Israel e Canadá, estão empenhados em investigar as denúncias sobre os óbitos e reações adversas provocadas pelas vacinas, esclarecendo a população. Menos o Brasil.

Saiba mais: Algumas cidades do Nordeste estão vacinando crianças de 12 a 17 anos sem a devida autorização do Ministério da Saúde e ignorando totalmente as advertências feitas sobre o aumento substancial de casos de miocardite, principalmente entre os homens jovens e que os EUA vem denunciando juntamente com Israel, Japão e Canadá.

Leia também: Como podemos ignorar essas denúncias feitas por diversos países?

Os serviços de “fact-checking” desmentem documentos oficiais, vídeos de audiência no Senado americano onde cientista renomado declara o perigo real  apresentado pelas vacinas COVD e denuncia que a Hidroxicloroquina foi vítima de uma fraude acadêmica.
Como isto é possível?

Em 06 de fevereiro de 2021 foi fundada em Rio Branco, Estado do Acre a ABRAVAC - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE VÍTIMAS DE VACINAS E MEDICAMENTOS, presidida por Edilene dos Santos Conceição.
“E por que fundar uma associação de vítimas de vacinas e medicamentos no Acre? Porque aqui temos cerca de 110 crianças e adolescentes que apresentam problemas de saúde variados que se iniciaram após terem recebidos a vacina Gardasil, que é uma das vacinas anti-HPV disponíveis no Brasil. A maioria das crianças recebeu a vacina na escola, muitas delas sem que os pais sequer tenham autorizado a aplicação da mesma,” declara Edilene.

As evidências de perigo iminente provocado pela vacinação, não podem continuar sendo ignoradas pelo Governo Federal e pelo Congresso.
Esse assunto é grave e precisa ser discutido no lugar de tornarem a vacinação obrigatória ignorando o direito constitucional do cidadão de decidir se quer ou não submeter sua saúde a um experimento científico mundial.





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