18/06/2021 às 07h32min - Atualizada em 18/06/2021 às 07h32min

Pyongyang deve estar pronto para 'diálogo e confronto' com os EUA, diz o ditador Kim da Coreia do Norte

A mensagem chega poucos dias depois de os EUA pedirem a Pyongyang que abandone seu programa nuclear e inicie negociações

Lucas Silva
rt.com
O ditador Kim Jong-un aparentemente colocou a bola no tribunal de política externa de Washington, de acordo com a mídia estatal norte-coreana. A mensagem chega poucos dias depois de os EUA pedirem a Pyongyang que abandone seu programa nuclear e inicie negociações. Relatórios sugerem que a declaração 'confronto ou diálogo' indica que a RPDC buscará fortalecer seu arsenal nuclear.

Kim analisou as tendências políticas de Joe Biden durante uma reunião do partido no poder na quinta-feira e delineou alguns passos em direção às relações com a América (Agência Central de Notícias da Coréia). Como será o Washington-Pyongyang? 

A Coreia do Norte precisa estar pronta tanto para o diálogo quanto para o confronto com Washington, disse o líder do país, Kim Jong-un, em sua primeira declaração direta sobre a política para o "recém-emergido" governo dos EUA.

O líder norte-coreano Kim Jong-un forneceu uma “análise detalhada” da administração de Joe Biden durante uma reunião plenária do comitê central do Partido dos Trabalhadores no governo, informou o KCNA estatal na sexta-feira.

 
Kim “esclareceu as contra-ações estratégicas e táticas apropriadas e a direção das atividades a serem mantidas nas relações com os Estados Unidos nos próximos dias” aos altos funcionários do partido, compartilhando suas opiniões sobre o “recém-surgido” governo dos Estados Unidos.
 

O Secretário-Geral destacou a necessidade de nos prepararmos tanto para o diálogo quanto para o confronto, especialmente para nos prepararmos plenamente para o confronto a fim de proteger a dignidade de nosso Estado e seus interesses para um desenvolvimento independente.

 
O relatório da KCNA, no entanto, não forneceu detalhes sobre as políticas exatas previstas por Kim. Ainda assim, o discurso apresenta sua primeira avaliação direta das relações entre Pyongyang e Washington desde que Joe Biden se tornou presidente.
 
Os EUA e a Coreia do Norte estão travados em uma relação hostil há décadas, e a situação não parece ter mudado com o novo governo dos EUA. Tanto Pyongyang quanto Washington parecem estar adotando uma postura de esperar para ver, com o último expressando uma vaga disposição de se envolver em “alguma forma de diplomacia” com a Coréia do Norte.

Ao mesmo tempo, Biden listou o programa nuclear da Coréia do Norte entre as “sérias ameaças” que os EUA enfrentam, invocando uma reação irada em Pyongyang. A Coreia do Norte rejeitou esta avaliação como uma invasão "ilógica" em seu direito de autodefesa e alertou que os EUA podem acabar em uma "situação muito grave".

Washington e Pyongyang tiveram uma breve lua-de-mel com o ex-presidente Donald Trump, que manteve conversações diretas com Kim - depois de meses trocando insultos com o líder norte-coreano. As negociações, no entanto, acabaram não produzindo resultados tangíveis.

 

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