07/05/2021 às 22h06min - Atualizada em 07/05/2021 às 22h06min

Quem quer ficar milionário? Um milhão de euros pra quem provar que o coronavírus existe

Uma recompensa de 1 milhão de euros, o que dá 6,7 milhões de reais, para qualquer cientista que puder fornecer uma prova incontestável de que o vírus SARS-CoV-2 foi isolado e, portanto, existe. Até agora, nenhum laboratório no mundo ainda foi capaz de isolar o vírus corona, e ninguém reclamou a recompensa.

Cristina Barroso
Stylo Urbano
(REPRODUÇÃO)
Quem quer ficar milionário? O alemão Samuel Eckert criou um “fundo para a verdade” chamado Isolate Truth Fund. Este fundo concede uma Uma recompensa de 1 milhão de euros, o que dá 6,7 milhões de reais, para qualquer cientista que puder fornecer uma prova incontestável de que o vírus SARS-CoV-2 foi isolado e, portanto, existe. Até agora, nenhum laboratório no mundo ainda foi capaz de isolar o vírus corona, e ninguém reclamou a recompensa.

Até agora não foi possível demonstrar que o SARS-CoV-2 causa uma doença chamada Covid-19. Muitos médicos, cientistas, advogados e juízes dizem que o vírus não foi isolado e pediram a algumas “autoridades” provas para confirmar que o suposto “vírus mortal” existe, isolando-o. A OMS, Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA entre outras “autoridades” não foram capazes de demonstrá-lo, e que não estão cientes desse fato.

Os cientistas do sistema afirmam que sim, mas esse “isolamento” consiste apenas em uma amostra do corpo humano, que é uma “sopa” cheia de diferentes tipos de células, restos de vírus, bactérias etc. Com a ajuda de produtos químicos (tóxicos), procura-se então algumas partículas (residuais) que podem indicar um vírus que existiu ou ainda pode existir, após o que isso é designado como “evidência”.

O principal epidemiologista chinês Wu Zunyou, do Centro Chinês para Controle de Doenças, fez uma revelação a repórter da NBC Janis Mackey Frayer em 24 de janeiro de 2021, um ano após o “surto” em Wuhan. Quando questionado pela repórter sobre por que os dados sobre o suposto vírus não foram compartilhados com o resto do mundo, Wu Zunyou simplesmente respondeu: “Eles não isolaram o vírus. Esse é o problema!”.
 


Christine Massey é uma jornalista canadense. Ela contatou pelo menos 53 diferentes instituições de saúde pública em todo o mundo, pedindo-lhes que fornecessem evidências do isolamento efetivo do vírus chamado “Covid-19”. Até o momento, nenhum desses 53 institutos apresentou prova de isolamento de acordo com os parâmetros estabelecidos pela comunidade científica internacional.
Se o vírus foi isolado, por que ninguém envia uma amostra isolada e purificada desse patógeno e acaba de vez com essa polêmica? Todo mundo está falando sobre o Covid-19, mas até o momento ainda não há evidências científicas de sua existência. O mundo está marchando para o totalitarismo mais feroz da história por um vírus cuja existência ainda não foi comprovada de forma incontestável. É o maior golpe de todos os tempos.

Esse vídeo mostra como a mídia fake news e os governos “democráticos” são comparsas da cabala bancária globalista, e têm manipulado a vida das pessoas e mentido de manhã à noite desde o início da fraudemia. É uma completa encenação, usam atores e cenários montados mas como o povão foi doutrinado a acreditar em tudo o que os farsantes dizem, eles pintam e bordam.
Enfermeira brasileira expõe UTI do Covid “lotado de pacientes”. As “autoridades” e mídia fake news continuam mentindo para a população dizendo que os hospitais estão em “colapso” devido ao grande número de pacientes com Covid. Desde o início da fraudemia foi decidido pelas “autoridades” que ninguém mais fica doente ou morre de nada que não seja o “vírus mortal”.

Os hospitais brasileiros sempre estiveram em colapso pois os recursos destinados a saúde são roubados pelas “autoridades”. É só ver o mais recente escândalo do Covidão, o desvio bilionário dos recursos sem licitação do “combate ao Covid” feitos por prefeitos, governadores e seus comparsas. E ainda tem milhões de otários acreditando que as “autoridades” estão preocupadas em “salvar vidas”.
 
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