07/05/2021 às 12h12min - Atualizada em 07/05/2021 às 12h12min

Mais de 14 mil médicos adotam o tratamento precoce no Brasil, diz senador Heinze

Heinze tem defendido o tratamento precoce na CPI política da Covid-19

Da Redação
O senador Luiz Carlos Heinze | Foto: Jefferson Rudy Agência Senado

O senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS) disse, nessa sexta-feira (7), em entrevista à Jovem Pan, que mais de 14 mil médicos no Brasil fazem o uso do tratamento precoce com o apoio da Confederação Nacional de Saúde. “Peguei dados de 6 municípios: Rancho Queimado (SC), Gramado (RS), Ilhabela (SP), Porto Seguro (BA), Floriano (PI) e Porto Feliz (SP). Essa população tem 339 mil habitantes, 46 mil casos de covid-19. Com o tratamento precoce, tiveram 501 óbitos. A letalidade é 1,07% nesses locais, a do Brasil é 2,8%”, complementou Heinze, que é membro suplente na CPI da Covid-19.

O Senador também criticou o assassinato de reputações de profissionais de saúde que defendem o uso do tratamento precoce, como um professor da USP, cujo nome foi omitido, que está sendo processado por defender esses medicamentos. A perseguição a médicos que defendem o tratamento precoce ganhou força após a milícia digital Sleeping Giants, que promove intimidação a quem não se curva ao discurso de esquerda, ter iniciado, em março, uma ação para perseguir profissionais a favor desses medicamentos.

O Senador Luiz Carlos Heinze tem defendido o tratamento precoce na CPI da Covid-19. Nas primeiras sessões ele lembrou que o referido tratamento foi adotado no Amapá, ainda em 2020, e que as mortes lá foram menores que no resto do país. Hoje o Amapá tem a menor taxa de letalidade de Covid-19 no Brasil inteiro, com apenas 1,47% dos infectados por Covid-19 não conseguindo se recuperar.

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