05/03/2021 às 01h15min - Atualizada em 05/03/2021 às 01h15min

A comprovação científica da Ivermectina está chegando, declarou o Dr. Andrew Hill da Universidade de Liverpool (Reino Unido)

“Já sabia que era uma droga extremamente segura, testada há 40 anos em humanos, durante os quais nunca causou um óbito”, palavras da Dra. Lucy Kerr.

Cristina Barroso
Brasil Sem Medo
(REPRODUÇÃO)
Vários grupos de médicos e cientistas atestam a eficácia da ivermectina no tratamento da Covid-19. A resistência ao uso do tratamento precoce por parte de alguns médicos é incompreensível. Se o tratamento precoce evita que o paciente chegue a um estado crítico a ponto de ser internado e intubado, por que não usar o medicamento, que apesar de não possuir a tal da comprovação científica, apresentada excelentes resultados?
“O objetivo deste relatório é avisar às pessoas que a aprovação está chegando”, declarou o Dr. Andrew Hill da Universidade de Liverpool (Reino Unido), .“Precisamos estar prontos”.
“Já sabia que era uma droga extremamente segura, testada há 40 anos em humanos, durante os quais nunca causou um óbito”, palavras da Dra. Lucy Kerr.
A matéria foi publicada pelo Brasil Sem Medo em 21 de janeiro de 2021, que transcrevemos na íntegra:

Uma equipe de pesquisadores liderada pelo Dr. Andrew Hill, da Universidade de Liverpool (Reino Unido), analisou 18 estudos sobre o uso da ivermectina no tratamento da Covid-19 e concluiu que o vermífugo tem um efeito significativo na redução de mortalidade em pacientes com a doença. Em relatório meta-analítico dos sobre ivermectina, os cientistas britânicos descobriram que o medicamento antiparasitário –que é barato e não patenteado-pode reduzir em até 75% o número de mortes em casos moderados ou graves de Covid, atuando na redução da inflamação e na eliminação mais rápida do coronavírus.

Embora a ivermectina não seja tecnicamente um antiviral, os estudos sugerem que a droga pode ter uma forte atuação para reduzir a carga viral em pacientes diagnosticados com Covid. O Dr. Andrew Will, que coordenou o estudo meta-analítico, saudou a conclusão preliminar como um passo fundamental para ampliar as opções de medicamentos contra a doença. Os pesquisadores afirmam ainda que o uso da ivermectina pode proteger contra a infecção pelo coronavírus e evitar o contágio de outras pessoas.

“A vacinação é fundamental para a resposta à pandemia”, disse o Dr. Hill em entrevista ao jornal britânico Financial Times,”mas tratamentos eficazes podem ajudar a reduzir as taxas de infecção e reduzir as taxas de mortalidade”.
O uso da ivermectina ainda não está autorizado na Inglaterra. No entanto, os resultados encorajadores do estudo podem indicar uma mudança em breve. “O objetivo deste relatório é avisar às pessoas que a aprovação está chegando”, declarou o Dr. Hill. “Precisamos estar prontos”.

Dra. Lucy Kerr
A eficácia da ivermectina não é exatamente uma novidade para os leitores do BSM. O vermífugo-que faz parte do protocolo de tratamento precoce da Covid, recomendado pelo Ministério da Saúde- teve suas qualidades destacadas pela médica Lucy Kerr, formada pala Thomas Jefferson University. Em entrevista a Claudio Dirani, publicada em 24 de dezembro, a Dra. Lucy afirmou:
‘Em primeiro lugar, a ivermectina impede a ligação do vírus com o receptor da enzima conversora da angiotensina 2, bloqueando sua entrada na célula e impedindo que o vírus produza a hipotensão, saída de líquido dos vasos, estimule a produção de ácido hialurônico no pulmão, evitando a asfixia do paciente. Caso o vírus já tenha se replicado, a ivermectina também é capaz de neutralizar 55% das proteínas virais tóxicas, sendo três delas as mais importantes, porque atingem profundamente a imunidade”.

Na ocasião, a médica relatou o caso de um paciente que ela curou com o uso da ivermectina:
“No final de março, tratei meu primeiro paciente com Covid-19. Ele era obeso, com 130 quilos e 2 metros de altura, e havia passado os dois últimos dias sentado na janela, aspirando ar fresco. Seu estado clínico era péssimo. Naquele dia, acabara de ler o estudo da Monash University, que mostrava o efeito in vitro da ivermectina. O texto apontava que o medicamento havia destruído 98% dos vírus em 24 horas e 100% em 48 horas. Já sabia que era uma droga extremamente segura, testada há 40 anos em humanos, durante os quais nunca causou um óbito. Diante desses fatos e observando a deterioração rápida do estado geral do paciente, decidi que usaria a medicação para tentar reverter esse quadro. Passadas 48 horas, ele começou a ter uma rápida regressão de todos os sintomas. Fiquei maravilhada e assombrada pela velocidade da recuperação. A sensação que tive foi de alívio e de alegria. Na sequência, passei a utilizar em todos os pacientes que estavam com Covid-19. Em todos os casos, consegui um resultado maravilhoso de cura rápida e eficaz”.

A conclusão da Dra. Lucy Kerr aproxima-se da descoberta feita pelos pesquisadores de Liverpool:
“Raramente o médico dispõe de um tratamento tão eficaz e rápido, com resultados quase imediatos para tratar uma doença grave como acontece com a ivermectina”.
 
 
 
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