04/03/2021 às 10h01min - Atualizada em 04/03/2021 às 10h01min

Procuradora da República sugeriu forjar provas para tentar incriminar Bolsonaro

Informações são do portal Agora Paraná

Da Redação
Terça Livre
Fotomontagem: Monique Cheker e Jair Bolsonaro (Reprodução)
Em matéria divulgada na tarde da última segunda-feira (1), pelo Agora Paraná, a jornalista Sandra Terena revelou mais uma parte comprometedora da Vaza Jato.

Segundo a jornalista, uma procuradora da República chamada Monique Cheker, sugeriu que provas fossem forjadas para tentar incriminar Bolsonaro em 2015. Na altura, Jair era deputado. A eleição presidencial aconteceria apenas três anos depois.

Sim, trata-se da turma da Operação Lava Jato, aquela que dizem que estaria trabalhando a favor do atual presidente, o próprio Jair Messias.

Com a permissão do veículo, reproduzimos abaixo a reportagem na íntegra.

Deltan Dallagnol se referia ao presidente da República pelo apelido de Bozo. Promotores da lava Jato e seus parceiros disseram em grupos de Telegram que Bolsonaro tem ideais fascistas, misóginos e o compararam a Hitler.

Confira os diálogos divulgados pelo Agora Paraná.

 
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