03/03/2021 às 20h01min - Atualizada em 03/03/2021 às 20h01min

A China está criando uma nova raça superior

"A inteligência dos Estados Unidos revela que a China conduziu testes em militares do Exército Popular de Libertação da China na esperança de cultivar soldados com habilidades biologicamente aprimoradas"

Cristina Barroso
Gatestone Institute
(REPRODUÇÃO)
"A inteligência dos Estados Unidos revela que a China conduziu testes em militares do Exército Popular de Libertação da China na esperança de cultivar soldados com habilidades biologicamente aprimoradas", escreveu o então Diretor de Inteligência Nacional John Ratcliffe, em 3 de dezembro em um artigo de opinião no Wall Street Journal intitulado "China Is National Security Threat No. 1" (A China é a Ameaça nº 1 à Segurança Nacional).
Toda esta agitação chinesa visa alcançar a "hegemonia biológica". "Para Pequim não há nenhum limite ético na busca do poder, salientou Ratcliffe."
O experimento evocou o programa de eugenia do Terceiro Reich para criar uma "raça superior".
Após um bafafá internacional causado pelas notícias de seu perigoso e antiético trabalho, He (Jenkui) de Shenzhen foi multado e preso por "conduzir ilegalmente a edição de genes de embriões humanos", mas no país de vigilância quase total do Partido Comunista, ele obviamente tinha respaldo estatal para realizar seus experimentos... A ação judicial de Pequim contra He, portanto, mais parece uma tentativa de colocar panos quentes na ira e evitar que a comunidade científica internacional peça uma investigação sobre a conduta da China.

O mais preocupante em relação a essa empreitada é que a China logrou acesso ao CRISPR e à pesquisa genética e biotecnológica avançadas, graças ao seu relacionamento com os Estados Unidos e demais nações ocidentais avançadas. "Laboratórios de pesquisa, investidores em biotecnologia e cientistas americanos se acotovelaram para conduzirem pesquisas e negócios na arena da biotecnologia chinesa... porque os padrões éticos para pesquisa... são extremamente baixos" — Brandon Weichert, autor de The Weichert Report and Winning Space, entrevista ao Gatestone Institute, fevereiro de 2021.

O regime da China é desprovido de ética ou decência, não está sujeito a nenhuma lei e não tem qualquer senso de moderação. No entanto, com a rápida transformação da biotecnologia para uso bélico, a China dispõe de tecnologia para iniciar uma espécie totalmente nova de humanos geneticamente aprimorados para marcharem com passos de ganso. Foto: desfile militar do Exército Popular de Libertação da China em 1º de outubro de 2019 em Pequim, China. (Foto: Kevin Frayer/Getty Images)
Bing Su, geneticista chinês do Instituto de Zoologia Kunming, órgão estatal, recentemente inseriu o gene humano MCPH1, que estimula o desenvolvimento do cérebro em um macaco. A inserção poderia tornar a inteligência daquele macaco mais humana do que a dos prossímios. O próximo experimento de Su é inserir em macacos o gene SRGAP2C, relacionado à inteligência humana e o gene FOXP2, ligado às habilidades de linguagem.

Ninguém assistiu o Planeta dos Macacos na China?
Talvez alguém tenha assistido. "O avanço da biotecnologia na China está caminhando em uma direção realmente macabra", escreve Brandon Weichert do The Weichert Report em um artigo postado no site American Greatness.
Link
Notícias Relacionadas »
Comentários »