22/01/2021 às 19h51min - Atualizada em 22/01/2021 às 19h51min

OMS divulga que teste PCR para Covid-19 pode dar falso positivo. A máquina utilizada para criar a pandemia, começa a ser desligada.

Não precisam mais de um grande número de infectados, conseguiram como um milagre impor a vacina. Até hoje, no mundo, foram contabilizados 77.083.243 positivos: quantos destes são falsos? Obviamente não temos e nunca teremos uma resposta.

Cristina Barroso
(REPRODUÇÃO)
A Organização Mundial de Saúde emitiu uma nota em 14 de dezembro, avisando que o elevado número de ciclos nos testes PCR conduz inevitavelmente à produção de falsos positivos.
Esta é uma informação verdadeira e que está disponível há meses, porque é que está sendo relatadas somente agora?
 
A resposta a esta pergunta é surpreendentemente simples e cínica: agora temos uma vacina, já não precisamos de falsos positivos.
Não precisam mais de um grande número de infectados, conseguiram como um milagre impor a vacina.
Até hoje, no mundo, foram contabilizados 77.083.243 positivos: quantos destes são falsos? Obviamente não temos e nunca teremos uma resposta.
Os laboratórios e fabricantes de testes agradecem imensamente, pois enriqueceram com essa pandemia.

Os testes Sars-Cov-2 estão baseados na reação em cadeia da polimerase (PCR). A PCR funciona tomando nucleótidos (pequenos fragmentos de ADN ou RNA) e replicando-os até estes se tornarem algo suficientemente grande para ser identificado.
A replicação é feita em ciclos, com cada ciclo a duplicar a quantidade de material genético. O número de ciclos necessários para produzir algo identificável é conhecido como o “limiar do ciclo” ou “valor CT”.
Quanto mais alto for o valor da CT, menor é a probabilidade de detectar algo significativo (e menor será a “carga viral”).

Este novo memorando da OMS afirma que a utilização de um elevado valor de CT para testar o Sars-Cov-2 resulta em falsos positivos. Óbvio: pega-se algo que a princípio não é significativo e multiplica-se várias vezes até torná-lo impossível de não ser visto.
O sistema produziu uma cura “milagrosa”: depois de ter vacinado boa parte da população, todos os testes PCR serão feitos de acordo com as novas diretrizes da OMS e, com um valor de CT de apenas 25 ou 30, o número de “positivos” irá cair, tendo assim a confirmação de que a vacina funciona.

Nada disso é novidade, pois é o que vem fazendo a Alemanha desde o início da “pandemia”: utiliza um CT menor para obter um número de infectados menor e o resultado é que, entre os maiores Países da Europa, é aquele que apresenta o menor número de casos por milhão de habitantes, veja abaixo:
Alemanha: 18.551
França: 38.121
Reino Unido: 31.008
Italia: 32.728
Espanha: 39.318
Polónia: 32.434
Rep. Checa: 60.299

Leia também: https://tribunanacional.com.br/noticia/1252/cientistas-pedem-desculpas-ao-mundo--por-estudo-ter-desqualificado-o-uso-da-cloroquina-no-combate-a-pandemia-e-so-pedir-desculpas-e-esta-tudo-certo
 
Após meses causando pânico ao mundo com dados de “novos positivos”, com mortes que já nem são diferenciadas entre “por Covid” ou “com Covid” ou apenas morte natural ou por qualquer outra causa, quebrando economias, a máquina utilizada para criar a pandemia pode começar a ser desligada.
 
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