18/01/2021 às 06h54min - Atualizada em 18/01/2021 às 06h54min

Mau-caratismo, incompetência ou crime contra a humanidade?

“No início, a população foi orientada a permanecer em casa mesmo com os sintomas da Covid. E era para ficar em casa até sentir falta de ar. E, quando você tivesse falta de ar, ainda diziam para segurar mais um pouquinho. Matamos quantas pessoas com isso?”

Cristina Barroso
(REPRODUÇÃO)
Mau-caratismo, incompetência ou crime contra a humanidade?
A grande mídia, as redes sociais, políticos e judiciário unidos para derrubar um presidente eleito democraticamente custe o que custar.
A vida do cidadão não tem a menor importância, é preciso denegrir a imagem do único político que realmente se preocupa com o povo e paga um preço alto por defendê-lo.
 
No início da pandemia o presidente Bolsonaro já recomendava o Kit de tratamento preventivo, ele mesmo fez uso dessa medicação para se curar da Covid-19.
 Na época o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, fazia a seguinte recomendação:
“Levar essas pessoas [infectadas] para dentro de um ambiente hospitalar, somente quando apresentam quadro respiratório grave. E não levar pessoas que estão com um resfriado, um quadro com bom estado geral, se alimentando, conversando, com febre baixa, que pode usar um antitérmico. Se houver piora no quadro clínico, aí sim ele é levado para um ambiente hospitalar.”

A grande mídia criticava o presidente severamente, em todos os jornais, diariamente a narrativa era essa:
“Desde o início da pandemia, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem defendido o uso de medicamentos sem eficácia científica comprovada para compor um kit a ser utilizado no tratamento precoce da COVID-19.
Remédios como hidroxocloroquina e invermectina, defendidos pelo chefe do executivo para tentar conter a doença, já foram alvos de vários estudos em diferentes países.
Em ambas as pesquisas, a eficácia dos medicamentos não foi comprovada.
Sob o Ministério da Defesa de Jair Bolsonaro, o Exército Brasileiro chegou a produzir mais de três milhões de comprimidos de cloroquina. Enquanto sobram fardos do medicamento inútil no combate à Covid-19, o Amazonas sofre com a falta oxigênio”.
 
O tratamento precoce é composto por medicamentos que estão no mercado há mais de 50 anos, sem efeitos colaterais e usados com sucesso no tratamento de diversas doenças.
Já a vacina criada e produzida as pressas, sem testes suficientes quanto aos efeitos colaterais e com comprovação de eficácia lamentável, é defendida veementemente por governadores, prefeitos, redes sociais e grande mídia.
 
As redes sociais chegaram ao ponto de boicotarem e classificarem as informações do Ministério da Saúde como enganosas!
 O Twitter classificou uma postagem do perfil oficial do Ministério da Saúde como conteúdo “enganoso e potencialmente prejudicial”.
 A postagem, publicada há quatro dias no perfil do Ministério da Saúde, trazia a seguinte informação:
 
“Para combater a Covid-19, a orientação é não esperar. Quanto mais cedo começar o tratamento, maiores as chances de recuperação. Então, fique atento! Ao apresentar sintomas da Covid-19, #NãoEspere, procure uma Unidade de Saúde e solicite o tratamento precoce”.
 
Já neste sábado (15), a rede social classificou a postagem com uma advertência. “Este Tweet violou as Regras do Twitter sobre a publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à COVID-19”, alertou. 
 
Incansávelmente Bolsonaro  insiste:
 
– Estudos clínicos demonstram que o tratamento precoce da Covid, com antimaláricos, podem reduzir a progressão da doença, prevenir a hospitalização e estão associados à redução da mortalidade – escreveu o presidente.
 
O atual ministro da Saúde Eduardo Pazzuelo declarou:
“No início, a população foi orientada a permanecer em casa mesmo com os sintomas da Covid. E era para ficar em casa até sentir falta de ar. E, quando você tivesse falta de ar, ainda diziam para segurar mais um pouquinho. Matamos quantas pessoas com isso?”
O empresário Carlos Wizard, então cotado para o cargo de secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Saúde, também fez essa observação:
“O antigo ministro [Mandetta] dava orientação para ficar em casa. Acontecia que a pessoa ficava em casa, não recebia tratamento, passava para a fase 2, a fase 3, quase morrendo buscava atendimento médico, era entubada, ia para UTI [Unidade de Terapia Intensiva]. É lamentável que tenhamos perdido milhares de vida por esse protocolo”

Mau-caratismo, incompetência ou crime contra a humanidade?
Quando o infectado com o novo coronavírus evolui para um quadro respiratório grave, significa que a doença já avançou de forma preocupante, razão pela qual o tratamento precoce é, de fato, o mais recomendado, exatamente como defende Pazuello e também Paulo Lotufo, professor da Faculdade de Medicina da USP.

É por causa do tratamento precoce da doença que o Piauí possui um protocolo de atendimento de sucesso, como informou a Secretaria de Saúde do estado. O próprio governador, Wellington Dias, que é do Partido dos Trabalhadores (PT), reconheceu isso:
“Descobrindo quem está com coronavírus cedo, isolar a pessoa e aquelas com quem ela teve contato e começar o tratamento na fase inicial é o grande caminho. É próximo de zero o índice de morte daqueles que começaram o tratamento cedo, mesmo com idade avançada ou alguma comorbidade”, disse ele.

A pergunta que não quer calar: Mau-caratismo, incompetência ou crime contra a humanidade?
Quem é o genocida?
Quem se utilizou da pandemia para engordar sua conta bancária ou quem tenta salvar vidas utilizando os poucos recursos que a própria ciência oferece diante de uma doença nova que parou o mundo?

O tratamento precoce, apesar de não ter “comprovação científica” comprovadamente CURA!
Link
Notícias Relacionadas »
Comentários »