06/01/2021 às 12h47min - Atualizada em 06/01/2021 às 12h47min

Ex-presidiário condenado a mais de 30 anos de prisão quer "remover" Bolsonaro do poder em 2021.

De acordo com Dirceu, é preciso “barrar todas suas iniciativas no Parlamento e recorrer ao Judiciário para obrigá-lo a vacinar a população e respeitar a Constituição, impedir que continue aparelhando as instituições e que venha a controlar a mesa das duas casas legislativas”.

Cristina Barroso
(REPRODUÇÃO)
É impressionante a cara de pau e a arrogância que a esquerda se posiciona, não escondendo e nem disfarçando o incômodo que o atual governo causa a toda essa ala que não encontra mais as tetas que os alimentavam.
O atual governo recebeu um país falido com 13 milhões de desempregados, nível altíssimo de corrupção, estado totalmente aparelhado pela militância esquerdista em todos os níveis, um congresso totalmente comprometido com o judiciário e vice e versa.
José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil do governo Lula e cofundador do Partido dos Trabalhadores (PT), condenado a 30 anos de cadeia por corrupção, é premiado pelo TCU com aposentadoria e agora defendeu a “remoção” de Jair Bolsonaro do poder ainda em 2021.
“Não podemos esperar por 2022 para derrotar este desgoverno. Nossa tarefa principal, em 2021, é remover Bolsonaro do cargo de presidente, de forma legal e constitucional, e mobilizar o país para a vacinação e para um plano de emergência que evite uma catástrofe social já às nossas portas com o aumento do desemprego, da pobreza, da inflação e fim do auxilio emergencial”. Segundo ele, é preciso ‘impedir’ a ‘marcha acelerada’ do governo.
“Não há mais dúvidas. Bolsonaro e seu bando não podem e não devem continuar governando o Brasil. É preciso impedir a marcha acelerada do governo em direção ao suicídio nacional”, disse em análise no site Poder 360.

De acordo com Dirceu, é preciso “barrar todas suas iniciativas no Parlamento e recorrer ao Judiciário para obrigá-lo a vacinar a população e respeitar a Constituição, impedir que continue aparelhando as instituições e que venha a controlar a mesa das duas casas legislativas”.

E acrescentou:

“É necessário unir todos os democratas, progressistas, nacionalistas na luta contra Bolsonaro e constituir, desde já, uma Frente Popular de esquerda para organizar a resistência popular, lutar pela vacinação pública e gratuita, pelo auxílio emergencial, por um plano de investimentos para criar empregos e renda e para disputar as eleições presidenciais em 2022”.
Um governo sério, que não possibilitou a corrupção, conseguindo inclusive, que as Estatais gerassem lucros, concretizou obras que a muito são prometidas e nunca cumpridas pelo governos anteriores, não fez o toma lá dá cá que os políticos estavam acostumados, é um governo que incomoda.  
O atual Congresso esqueceu que deve trabalhar para o bem do povo, para o bem do país e não para interesses pessoais,  normalmente escusos.
A esquerda terá que passar por cima de 57 milhões de brasileiros eleitores de Bolsonaro, que com certeza votariam nele novamente em 2022, e isso é muito indigesto para a esquerda que vilipendiou o país por mais de 20 anos.


HISTÓRICO DE PRISÕES

Braço forte de Lula e do PT, Dirceu tem um longo histórico de prisões.

A primeira, ocorreu em novembro de 2013, depois de ter sido condenado por corrupção ativa pelo Supremo Tribunal Federal no caso conhecido como mensalão.

Em outubro de 2014, o mesmo STF concedeu habeas corpus para que ele cumprisse o restante da pena em casa.

Em agosto do ano seguinte, foi parar na prisão mais uma vez, acusado pela 17ª fase da Operação Lava Jato de receber propina por meio de sua empresa, JD Consultoria e Assessoria Ltda.

Em maio de 2017, porém, o STF concedeu liberdade. Em 2018, Dirceu parou na prisão outra vez, mas foi solto pelo Supremo.
 
Link
Notícias Relacionadas »
Comentários »