04/12/2020 às 00h22min - Atualizada em 04/12/2020 às 00h22min

Dória quer proibir reuniões familiares no Natal e Ano novo, contrariando o direito a propriedade privada.

Durante a videoconferência, o secretário de Desenvolvimento Regional Marco Vinholi, também pediu que as Guardas Civis e a Vigilância Sanitária dos municípios sejam rígidas para coibir aglomerações em ambientes públicos e privados.

Cristina Barroso
(REPRODUÇÃO)
Em reunião virtual com prefeitos e autoridades locais de saúde sobre a situação da Covid-19 no Estado de São Paulo, o governador João Dória (PSDB) disse que vai recomendar a todas as prefeituras para que não sejam autorizadas as festas em família de fim de ano, como o Natal e o Ano Novo, sejam na capital ou interior.

“Nós, que sempre festejamos o Natal faremos essa celebração em casa de forma cuidadosa, zelosa sem aglomeração. Não é hora de fazer festa de Réveillon, festa entre amigos, nem mesmo festa em família”, afirmou o governador, que declarou que os encontros podem ser deixados para depois da imunização.

Dória também ressaltou que a Vigilância Sanitária de cada município que deverá orientar “para que vidas sejam preservadas”. “Não há economia sem vidas. Não há existência sem saúde”, destacou o governador, que pediu resiliência, paciência e resistência ao longo dos próximos meses.

Durante a videoconferência, o secretário de Desenvolvimento Regional Marco Vinholi, também pediu que as Guardas Civis e a Vigilância Sanitária dos municípios sejam rígidas para coibir aglomerações em ambientes públicos e privados.

O Brasil vive sob um governo democrata e não sob uma ditadura comunista. Esta determinação do Estado interferindo na propriedade privada do cidadão e coibindo reuniões familiares de cunho religioso, contraria a própria definição de propriedade privada.

“Propriedade privada é um direito que dá a seu titular diversos poderes como o de usar, gozar e dispor de um determinado móvel ou imóvel. Refere-se ao direito que todo o cidadão tem de possuir bens e se responsabilizar por eles sem a interferência de outrem ou do governo”.


 
 
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