01/12/2020 às 00h24min - Atualizada em 01/12/2020 às 00h24min

Operação "Exploit" da Polícia Federal em parceria com a polícia de Portugal, prendem o racker brasileiro que invadiu o TSE.

“O inquérito policial aponta que um grupo de hackers brasileiros e portugueses, liderados por um cidadão português, foi responsável pelos ataques criminosos aos sistemas do TSE”

Cristina Barroso
(REPRODUÇÃO)

A Polícia Federal em parceria com a polícia portuguesa prendeu neste sábado (28), em Portugal, um suspeito de envolvimento no ataque hacker ao sistema do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que divulgou dados do tribunal no dia do primeiro turno das eleições municipais.
A operação foi chamada de "Exploit", em referência a uma parte de software, um pedaço de dados ou uma sequência de comandos que tomam vantagem de um defeito a fim de causar um comportamento acidental ou imprevisto no software ou hardware de um computador ou em algum dispositivo eletrônico.

Em Minas Gerais e em São Paulo, três mandados de busca e apreensão e três medidas cautelares foram cumpridos. Em Portugal, além da prisão do suspeito, uma mandado de busca e apreensão foi executado.
“O inquérito policial aponta que um grupo de hackers brasileiros e portugueses, liderados por um  cidadão português, foi responsável pelos ataques criminosos aos sistemas do TSE” no primeiro turno das eleições 2020, realizado no dia 15 de novembro, segundo informações da Polícia Federal.

Ainda segundo a PF, os crimes apurados no inquérito policial são os de ivasão de dispositivo informativo e de associação criminosa,ambos previstos no Código penal, além de outros previstos no Código Eleitoral e na Lei das Eleições 220.

 
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