30/08/2020 às 21h35min - Atualizada em 30/08/2020 às 21h28min

"Eu sempre fui bem-vindo na casa de conservadores"- Alexandre Alcatraz

Agustin Fernandez é um exemplo de humildade, simplicidade e de caráter.

Alexandre Alcatraz
Agustin Fernandez é um exemplo claro de humildade, simplicidade e de caráter. Agustin contou ao Eduardo Bolsonaro em entrevista no canal do Deputado, parte de sua vida e de sua história, contou a realidade da sua vida, no caso, uma vida humilde com muitas dificuldades, tanto financeira quanto familiar. 

Agustin, mostrou que foi guerreiro desde novo, decidiu lutar por uma vida melhor e correu atrás disso, lutou arduamente para estar onde está, o brilho que carrega em sua vida é resultado e uma lapidação onde se desdobrou muito para ter, teve progresso na vida por ser um ser humano reforçado e desempenhado. Agustin deixa claro que é um sonhador que corre atrás, sonhador que acredita em si, que ama a si mesmo e desenvolveria bons resultados em qualquer das coisas que lhe pudesse trazer um bom retorno, é um empresário de sucesso. 

Agustin falou sobre os "GLS", aliás, é um assunto muito interessante, pois as siglas do Movimento LGBTQI+ tornaram a mente do homossexual uma confusão, e de fato essa confusão estimula principalmente o descontentamento com a realidade em que cada um vive, tornando assim difícil até mesmo de conhecer a si mesmo e de amar sua vida. 

Me identifiquei muito com o Agustin nessa entrevista, assim como ele, tive meus momentos em que estava cego para a realidade, acho importante essa evolução, a evolução de sair de uma prisão de desinformação e ignorância é uma das virtudes mais impressionantes de um guerreiro, e eu acredito muito que abrir espaço a homossexuais de direita e dar a eles voz, será um passo importante para a liberdade completa dos gays do Brasil. 

"Eu sempre fui muito bem-vindo na casa de conservadores"

Agustin entrou em um assunto muito importante, a questão é respeito, é justamente isso que torna as pessoas bem-vinda em qualquer lugar, saber que em um lugar onde há uma pessoa que segue um ensinamento religioso, ela pode ter as crenças dela e deve ser respeitada por isso, não há como eu ser respeitado por um cristão se eu não respeitar o que ele acredita, veja bem, não estou falando em aceitar o que não quer aceitar, mas respeitar o espaço e a fé alheia é um dever. 


"Jean Wyllys"

Jean Wyllys foi uma das pessoas que mais impulsionou a frustração em que o Agustin se referiu ao definir a militância, todos nós sabemos que Jean desde sempre utilizou o vitimíssimo e a própria sexualidade como degrau de sucesso, afinal, desde o BBB o ex-deputado utilizou do sentimentalismo para conquistar seu espaço, isso tornou Wyllys uma pessoa extremamente vitimista, há todo momento projetou uma vida de ataques a "moral" dele, aos trabalhos dele e posições, mas a verdade é que Jean Wyllys não recebe apoio nem da própria militância, foi deputado e nunca fez nada pela sociedade, muito pelo contrário, trouxe aos homossexuais uma imagem medíocre, egocêntrica e de coitadismo. 


Quando Agustin falou acerca da frustração da Militância deixou tudo muito claro, os militantes de esquerda geram confusões internas absurdas, a própria esquerda causa problemas psicológicos, problemas de aceitação, problemas de amor próprio. Normalmente pessoas assim, dentem a abraçar qualquer situação no intuito de resolve-la para ocupar a mente e fechar os olhos para sua própria realidade, pessoas que não amam a si mesmas de faro tendem a entregar-se a relacionamentos e situações de humilhação, abraçar causas absurdas e aceitar situações completamente abomináveis no intuito de promover empatia e amor, mas afinal, como se promove amor se o amor próprio, que é o mais importante dos sentimentos que possamos carregar, não existe?! 
O apoio a situações abomináveis cabem a situações até mesmo de abuso, sim, isso mesmo. Agustin relatou o fechamento dos olhos da Militância para crimes como pedofilia e estupros, apoiar tudo isso faz parte da frustração pessoal, acabam tornando culpados vítimas. 

"Dentro da militância LGBTQ existe um padrão"

Esse é um ponto crucial, esse padrão é seguido a risca, normalmente os mesmos que pregam uma luta contra o padrão e contra o capitalismo, mas grande maioria segue um padrão de envolver-se com pessoas que tenha uma situação financeira estável e um corpo e uma beleza padrão. Agustin falou sobre os afeminados, e esse ponto também é importante, dentro da Militância LGBTQ existe uma guerra de aceitação, o afeminado não aceita o Bissexual, o Bissexual não aceita o afeminado, que fala mal do trans, que luta por espaço dentro a comunidade. O padrão luta para seguir sempre o padrão, descarta e rejeita pessoas que fogem do que é aceito pela maioria da militância. 


"Família"

No início da entrevista quando Agustin contou parte de sua vida, ele deixou claro a realidade da sua família, onde relata a falta de afeto, e isso não o impediu e reconhecer o valor da família. Família é essencial na vida de qualquer pessoa, na vida de um homossexual não seria diferente, a importância do dialogo e da aceitação da família é indiscutível, afinal, é muitas vezes por falta desse apoio que homossexuais acabam abraçando qualquer situação e se sentindo em "família" no meio de militantes. 

A entrevista em si é um espaço importante, considerei a entrevista do Agustin com Eduardo Bolsonaro uma nova história para nós homossexuais, um espaço que durante anos a militância disse que não teríamos no Governo Bolsonaro e menos em meio aos conservadores, estamos todos os dias matando na prática argumentos vazios como estes tua pela esquerda para ter domínio sobre os homossexuais. Para os homossexuais, isso tudo é o começo de uma jornada de desconstrução e reconstrução.
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Alexandre Alcatraz

Alexandre Alcatraz

Homossexual de direita, ativista conservador e apoiador de Jair Messias Bolsonaro.

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