28/08/2020 às 01h56min - Atualizada em 28/08/2020 às 01h50min

A Ordem Jesuíta e a Reserva Federal Parte I

A Religião da Reserva Federal

Claudia Ribas
Você conhece a "identidade" da nação mais rica nos dias de hoje? 
Se você acha que é o os Estados Unidos, está enganado. Os Estados Unidos tem mais 6,000 FDIC bancos comerciais assegurados. A nação mais rica é a menor nação, o Vaticano. Ela é a nação mais abastada do planeta apesar de ter um pouco mais de 100 acres em tamanho, o Vaticano comanda uma vasta influência econômica e política. Com a maioria do seu ouro guardado no Banco Vaticano. O principal depositário para o ouro do Vaticano é a Reserva Federal. Claramente, o vaticano goza sua relação mútua com a Reserva Federal.

Como essa informação nos afeta pessoalmente? 
A maioria de nós que utilizamos o dinheiro não tem ideia da sua origem ou de como seu valor pode ser manipulado. A crise financeira de 2008, deixou dolorosamente óbvio que os cidadãos americanos precisam reavaliar o papel que a Reserva Federal tem em controlar o dinheiro inescrupulosamente e a sua qualidade, porque o resultado será a ruína econômica. As operações da Reserva Federal são descritas com abundância de desinformação. O porta-voz da Reserva Federal afirma, que: Como um instrumento de ouro, a Reserva Federal é capaz de ostentar atos nobres. Incluindo estabilizar os ciclos empresariais e controlar a inflação. Mas a operação sublime da Reserva Federal é trazer dinheiro para existência, do nada. Com a quantidade de dinheiro fabricado, variando em proporção em cada ato criativo da Reserva Federal. 

Como isso está ligado a vida dos indivíduos na América? 
A reserva Federal, como banco central, tem uma enorme potencialidade como ferramenta para colapsar a civilização. A Reserva Federal é o banco central nos Estados Unidos. Seus objetivos são manipular ambos, dinheiro e crédito, para trazer prosperidade. Não para os cidadãos, mas alguns poucos seletos beneficiadores e um sistema, que opera sob a maior fachada, já perpretada sobre os cidadãos americanos.

Como a Reserva Federal opera?
Um ex membro do conselho de governadores da Reserva Federal explica como a reserva Federal trabalha:
"O Governo dos Estados Unidos tem uma tecnologia de prensa de impressão, ou hoje, o seu equivalente eletrônico, que permite produzir a quantidade de dólar que deseja ter, essencialmente sem custo. Aumentando o número de dólar americano em circulação, ou até mesmo ameaçando a fazê-lo, o governo americano pode também reduzir o valor do dólar em termos de produtos e serviços. Isso é equivalente a elevar os preços em dólar de produtos e serviços. O que se conclui que  sob um sistema de dinheiro em papel, um determinado governo gera gastos mais altos e, portanto, inflação positiva. Porque a Reserva Federal pode gerar um dinheiro perdedor. A ilusão de riqueza pacifica aqueles que não são familiares com a natureza da Reserva Federal. Falsa sensação de segurança, produzindo prosperidade aparente. Isso não é proteção de forma alguma. O Governo dos Estados Unidos e a Reserva Federal têm uma resposta típica para crises econômicas. Designadamente tranquilizante, a chamada: "falta de fundos". 

Aliviar a falta de dinheiro não resolve a crise econômica. Porque a taxa de juros a zero, e trilhões de dólares sendo inseridos na economia, na verdade, faz com que o problema econômico piore através do tempo e a longo prazo. Evitar ser vítima do declínio brutal da economia, requer que todos nós possamos compreender como funciona o sistema monetário. O qual induz o crescimento e o fracasso econômico. Imagina um cenário onde os estados Unidos, por qualquer motivo, decide que 1 bilhão de dólares seja necessário, daí emitem um título para esse 1 bilhão de dólares, e esse título seria posteriormente a Reserva Federal.
A Reserva Federal após receber os títulos envia uma ordem de 1 bilhão de dólares para o departamento de impressão e gravuras e este processará a ordem. Dentro do prazo de aproximadamente duas semanas, as notas são impressas e enviadas para a Reserva Federal. por último, a Reserva Federal empresta aos Estados Unidos 1 bilhão de dólares, com juros. Assim é o ciclo vicioso de uma espiral de dívidas. Agora imagina uma única nota de dólar, os Estados Unidos não podem retornar um dólar para a Reserva. Primeiro tem que pagar os juros. Assim quando os Estados Unidos pedirem emprestado tanto dinheiro, e não pode pagar de volta os juros, a solução é pedir mais dinheiro. A única Instituição que se beneficia é a Reserva Federal coletando tanto os dólares quanto os juros. É a marcha da perdição que conduziu os Estados unidos a ficar sob o controle da Reserva Federal.

Como os Estados Unidos permitiram que o banco da Reserva Federal os controlassem?
A Reserva Federal, por natureza, é um sistema de banco central. Ressalto que a Reserva Federal não é o único banco central que foi estabelecido para controlar a América. Antes da Reserva Federal encontramos três precursores. Cada banco criado por um homem diferente e, todavia, cada um tinha o objetivo de dominar a economia dos Estados Unidos da América.
Para entender a influência do banco central do mundo moderno, a Reserva Federal, um entendimento da história do banco central é necessário. Vamos lá:
No ano de 1781, Robert Morris propôs a primeira ideia para um banco central. Morris acreditava que a nova nação da América precisava de um banco central, que deveria ser moldado de acordo com o banco da Inglaterra. Investidores anônimos deram em torno de 400 mil dólares para financiar o banco. Depois de falhar em assumir o controle da economia dos Estados Unidos, o banco acabou encerrando as atividades. Seguindo os pensamentos de Morris no banco central, seu assistente Alexander Hamilton, mais uma vez tentou estabelecer um banco central. Em 1780, Hamilton propôs ao Congresso, pedindo um banco central privado. No ano seguinte o acordo é reconhecido e assim os planos de Hamilton são materializados. Esse Alexander Hamilton não é mais o Alexander Hamilton de três anos antes. O Hamilton de 1787 que advogou a segurança da moeda, durante a Convenção Constitucional daquele ano, teria contrariado seu próprio projeto de Lei que ele apresentou ao Congresso em 1790. A repentina mudança do Hamilton é peculiar porque aconteceu rapidamente. O banco de Hamilton não permaneceu incontestável, teve que competir com outro fundador do passado, chamado Thomas Jefferson. Thomas Jefferson disse: "Um banco central privado, emitindo a moeda pública é uma grande ameaça à liberdade das pessoas, mais do que um exército de prontidão. Não devemos deixar nossos governantes nos levar à dívida perpétua. Se o povo americano alguma vez permitir bancos privados controlar a emissão da sua moeda, primeiro por inflação e então por deflação, os bancos nas corporações as quais cresceram ao redor deles, privarão as pessoas de todas as propriedades, até que seus filhos acordassem desabrigados no continente que seus pais conquistaram."
O Ponto desta missão que Jefferson apresentou a população com a escolha entre, como ele disse: "Economia e liberdade, ou abundância e servidão."
Sabendo que o banco central teria meios de falir os Estados Unidos, Jefferson proclamou: "Nós estamos arruinados, se não anularmos os princípios de que quanto mais devemos mais prósperos seremos."
Jefferson era um árduo defensor do dinheiro, e o banco de Hamilton foi extinto em 1811. Logo Nicholas Biddel criou o segundo banco central para os Estados Unidos. Biddel foi persistente em manter um banco central nos Estados Unidos. Começou o seu trabalho durante a guerra de 1812 entre o Reino Unido e os Estados Unidos. Como resultado da guerra a inflação ocorreu, ao invés do congresso permitir que condições normais retornassem, aprovou o banco central dos Estados Unidos em 1816.
O banco central de Biddel permitiu mais expansões e criou um ciclo de crescimento e queda. Uma cópia do primeiro banco central da América. Com o poder de criar esse efeito, o banco central de Biddel tinha uma vantagem poderosa sobre a nação. O Congresso estava no seu bolso. Ele os manteve sob uma influência, subornando-os com dinheiro. Com a persistência do ciclo de crescimento e queda, em 1819 o pânico se instalou. Quando o alvará de Biddel expirou em 1832 o presidente reeleito Andrew Jackson vetou a tentativa do congresso de iniciar outro termo para o banco central. a ordem de Jackson retirou os depósitos do governo do banco de Biddel e o banco fechou em 1836.

Presidentes americanos e suas essências mais profundas, tinham um desejo básico de preservar a liberdade dos Estados Unidos. Liberdade que foi ameaçada pela gigante sombra do banco central. Apesar dos contínuos esforços para amenizar todo aquele incêndio, a América foi varrida com toda sujeira da Reserva Federal.

Que tipo de negócio tem um continente servindo uma ilha?
Na ilha Jekyll, que fica na costa do estado da Geórgia, sete homens se reuiniram para bolar um plano para pôr fim a riqueza financeira e prosperidade da América. Esses homens eram: Paul Warburg, representante da dinastia bancária da Europa, os RothschildNelson Aldrich Frank Vanderlip representando os Rockefellers; e por último Henry DavdsonCharles Norton e Benjamin Strong representando a JPMorgan. Juntaram-se sob uma influência e, planejamento de destruir a América. Eles criaram o sistema de banco central que agora nós conhecemos como Reserva Federal. O plano deles consistia em convencer o congresso e o público de que o estabelecimento de um banco central protegeria o povo americano e o dinheiro deles. Os sete homens executaram o plano da seguinte forma: Todo os sistema da Reserva Federal foi, desde o início, coberto de sigilo. Desonestamente fazem a Reserva Federal aparentar ser uma agencia governamental. Os americanos foram enganados para aceitarem a legitimidade.
A Reserva Federal não foi publicitada como um sistema armado em potencial de controle econômico. As políticas iniciais da Reserva Federal eram seguras, até que foram codificadas anos mais tarde. Contudo essas políticas mais maléficas precisavam de um catalizador, o qual foi encontrado na frustração do povo americano por causa do fracasso dos bancos e pânico. Motivado pelo medo dos recentes acasos bancários, a reforma monetária se tornou uma súplica em voga. O Presidente Woodrow Wilson em 23 de dezembro de 1913 deu vida a criatura da ilha de Jekyll. 

Ficam as perguntas: Por que Wudrow deu as chaves da economia americana nas mãos da dinastia bancária da Europa? 
É possível que ele tenha sido instruído a fazer isso? 
Por quem e por qual razão?
Woodrow Wilson tinha um conselheiro pessoal chamado Coronel Edward Madell House. House, por causa de suas ligações, não só com as famílias bancárias européias, mas também com JPMorgan era altamente influente. As ligações de House não se limitavam as que já citei, também foi treinado nas escolas da Inglaterra em uma filial da ordem jesuíta conhecida como Sociedade Fabiana. A guerra civil fez de House um homem rico. Sua influência sobre Wilson era tão grande que os dois tinham um código particular para o telefone, o que permitia conversas secretas. O presidente Wilson sobre a crescente influência de House, disse: "O Sr House é a minha segunda personalidade. Ele é meu eu independente. Os pensamentos dele e os meus são um." 
Como ele mesmo afirmou sua mentalidade era concedida a ele por um outro poder. Estamos aí face a face com uma conversão religiosa da Reserva Federal. Como mencionado House era membro da Sociedade Fabiana.
Hamilton, na década de 1780, defendeu a ordem religiosa que os jesuítas também apoiavam.

A Ordem Jesuíta tem alguma coisa a ver com a Fundação da Reserva Federal?
Se analisarmos a fundação da Reserva Federal, na ilha de Jekyll, lembraremos que os Rothschilds, os Rockefellers e JPMorgan estavam presentes naquela reunião - Impérios financeiros competidores amigáveis na Europa. 

Estes poderes se sustentam por si mesmos ou estão acobertando outro poder em segredo?
O poder que essas dinastias bancárias estão subordinadas é nada menos, que o mais rico principado do planeta, o Vaticano.
De acordo com a enciclopédia judaica, os  Rothschilds, carregam o título de Guardiões do Tesouro do Vaticano.
Há também outra organização chamada de Conselhos de Relações Estrangeiras, o objetivo dos seus estudos é transportar o mundo para a idade das trevas Papal mais uma vez. Os  Rockefellers e JPMorgan fazem parte do CFR. 
Que golpe!

A menor nação do mundo está manipulando uma das nações mais poderosas. A meta do Vaticano é destruir a América e todo aquele que a defender.
Lendo o juramento jesuíta, aqui está uma citação: "Eu prometo e declaro que irei, quando a oportunidade surgir, fazer e recompensar uma guerra implacável, secretamente ou abertamente, contra todos os protestantes hereges e liberais, como eu estou ordenado a fazer. Extirpar-los e exterminá-los da face da Terra. E não pouparei nem idade, nem sexo ou condição. E que eu irei pendurar, dissipar, ferver, esfolar, estrangular e enterrar vivos esses hereges infames, rasgar o estômago e ventre de suas mulheres, e esmagar a cabeça das crianças contra as paredes. Quando o mesmo não puder ser feito abertamente, eu secretamente usarei o copo envenenado, a corda do estrangulamento, o aço do punhal ou a bala de chumbo. Independente da honra, classificação, dignidade, autoridade da pessoa ou das pessoas, qualquer que seja a sua condição na vida, pública ou privada, que eu a qualquer momento esteja designado a fazer, por um agente do Papa ou superior da Irmandade da fé sagrada da Sociedade de Jesus."

Muitos presidentes de fé estiveram de frente com essa instituição assassina e a sentença de morte deles foi assinada com seus protestos. Andrew Jackson encarou o perigo de assassinato jesuíta porque se opôs ao banco central de Nicholas Biddel. Jackson sabia que os jesuítas queriam dominar e controlar a América e eles podiam fazer isso através de seus banqueiros.
Uma declaração foi feita pelo Rothschild: "Quem controla a emissão do dinheiro, controla o governo."  Quando Jackson concorreu para o segundo período, por causa dessa declaração levou seus argumentos diretamente para os americanos com o slogan: "Jackson sem banco". Banqueiros, por temerem Jackson o presidente do povo, investiram 3 milhões de dólares na campanha opositora do Senador republicano Clay. Andrew Jackson ganhou a reeleição e sua primeira acusação foi contra o banco central. Jackson começou demitindo 2 mil dos 11 mil empregados do governo federal. Assim Jackson deu seu maior e mais bem sucedido soco no banco central e 1832. 
O banco central de Biddel pediu ao congresso a renovação do alvará. Com o congresso "no bolso" dos jesuítas. O congresso compilou e enviou para Jackson assinar. O Presidente Jackson vetou as ordens com as seguintes palavras: "É o nosso povo apenas a receber as limitaçoes do nosso próprio governo. Com 8 milhões do estoque dos bancos retidos por estrangeiros não há perigo à nossa liberdade e independência num banco que, em sua natureza tem tão pouco para se vincular ao nosso país? Não há motivo para tremer pela pureza das nossas eleições em paz e pela independência de um país em guerra? Controlar nossa moeda, receber nosso dinheiro público e conter a independência de milhares de nossos cidadãos, seria mais formal e perigoso do que o poder da marinha e do exército do inimigo."
Os jesuítas ficaram furiosos e foram cumprir o juramento. A arma escolhida foi a bala de chumbo, usando o assassino deles, Richard Lawrence. Dia 30 de janeiro de 1835, Lawrence fez uma tentativa de assassinato contra o Presidente Jackson. Por um milagre, ambas pistolas de Lawrence falharam. Lawrence alegou insanidade mental. Quando estava livre da punição, falou para seus amigos que se a justiça fosse feita ele estaria em contato com pessoas poderosas na Europa que haviam prometido livrá-lo da punição, se ele fosse pego. Essas pessoas eram os banqueiros debaixo do domínio dos jesuítas.
O Presidente Jackson sabia que a batalha com o banco central não havia terminado, mas conseguiu quitar a dívida dos Estados Unidos com o banco central. Assim seguiu a História Americana como o único Presidente a pagar a dívida da nação. 

O presidente seguinte tentou seguir os passos de Jackson, foi assassinado - Abraham Lincoln. Conhecido pelos historiadores e leigos como o melhor presidente americano. Resistiu fortemente ao agente dos Rothschilds, August Belmont para criar um banco central. Além disso, Abraham Licoln em direta oposição às políticas da dívida que o banco central defendia, imprimiu 450 milhões de dólares. Essas notas passaram a ser conhecidas por "verdinhas". Foram impressas com tinta verde no verso das notas, para que não fossem confundidas com outras notas. O Governo Federal imprimiu essas notas sem juros. Abraham Licoln foi o último presidente dos Estados Unidos a emitir notas sem juros.

John Wilkes Booth foi o homem que assassinou Abrahm Licoln - o 16° presidente. 
Seria John um solitário ou um agente com uma tarefa? 
Ele não foi o primeiro que tentou matar Abraham Licoln. Abraham Lincoln sabia que era perseguido pela Reserva Federal. Lincoln declarou: "Tantas tramas já foram feitas contra a minha vida que é um milagre que todos eles falharam. Quando consideramos que a grande maioria deles estavam nas mãos dos habilidosos assassinos católicos romanos, evidentemente treinados por jesuítas. Mas podemos esperar que Deus fará um milagre perpétuo para salvar a minha vida? Acredito que não. Os jesuítas são peritos nesses atos sangrentos. Henry IV disse que era impossível escapar deles e ele se tornara sua vítima, apesar de ter feito tudo que podia ter feito para se proteger. Meu escape das mãos deles, desde a carta para do Papa para Jeff  Davis, que afiou o corte dos punhais para perfurar, seria mais do que um milagre. Mas, assim como o senhor não ouviu mumúrios dos lábios de Moiséis, quando disse-lhe que ele teria que morrer antes de cruzar o Jordão por causa do pecado do seu povo, eu também espero e oro que ele não escute murmúrios vindos de mim quando eu cair pelo bem da minha nação."

De acordo com a história, a Câmara dos Comuns do Canadá deixou claro que foram banqueiros internacionais que assassinaram Abraham Licoln. Os banqueiros eram o manto sigiloso para a ordem do jesuítas. 
Lincoln antes de ser assassinado disse: "O Papa e os jesuítas com sua inquisição infernal são a única organização de poderes do mundo a qual teve uma coação da adaga do assassino, para assassinar aqueles que eles não podiam convencer com seus argumentos ou conquistar com a espada. Mas é bem certo que se os americanos pudessem saber o que eu sei sobre o ódio cruel dos padres de Roma contra as nossas instituições, nossos mais sagrados ritos e tão estimada liberdade, eles os afastariam de nosso meio ou atirariam neles como traidores. Mas você é o único a quem revelo esses segredos tristes. E pelo que sei, você os conhecia antes de mim. A história dos últimos mil anos nos diz que, seja qual for a igreja de Roma, não é um punhal que enfia no peito de uma nação livre, ela é uma pedra no pescoço que a paralisa e impede os seus feitos na forma de civilização, ciência, inteligência, felicidade e liberdade."

Charles Chiniquy, um padre católico romano e antigo cliente de Lincoln, acusou a ordem jesuíta pela precoce e cruel morte do 16° presidente.
Booth não estava sozinho em seu plano. John Surratt, cúmplice de Booth, fugiu para Montreal após a morte de Lincoln. John Surratt era membro do exército pessoal do Papa Pio IX. Papa Pio IX autodeclarou-se, e a instituição a qual ele defende, a serem infalíveis. 
Comparada a pretensiosa presunção do Papa, a qui está a modéstia no pedido de Abraham Lincoln: "Os únicos dois favores que peço a Deus são: Primeiro que eu possa morrer pela causa sagrado a qual estou engajado. Agora sou um exemplo de barreira dos direitos e liberdade do meu país; O segundo favor que peço a Deus e que meu querido filho Robert, quando eu me for, seja um dos que levantará a bandeira da liberdade, a qual cobrirá meu caixão. E carregará com honra e fidelidade até o fim de sua vida como seu pai o fez, rodeado por milhões, que serão chamados junto com ele para lutar e morrer, para defesa e honra do nosso país."

A religião da Reserva Federal, a Ordem Jesuíta, já havia provado assassinar presidentes que se recusassem cortejar a conivência criminosa deles.

Até a próxima semana!
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Claudia Ribas

Claudia Ribas

Professora, Gestora de RH, Escritora.

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