27/08/2020 às 13h55min - Atualizada em 27/08/2020 às 13h55min

Sleeping Giants e as técnicas nazistas usadas contra os Conservadores

Hoje olhando as conexões do perfil Sleeping Giants não acreditamos que tenha sido obra de Rivitz e Jammi. Hoje estamos percebendo, no mínimo, um mentor intelectual por trás de toda a trama. Talvez um certo "leitor de mentes"

Twitter @10_5_6_5
Google reprodução

No dia 14/04/1943, em seu diário sobre a guerra que o governo nazista fazia contra a liberdade de imprensa, Joseph Goebbels, que havia sido jornalista, escreveu: "Qualquer homem que ainda tenha um resíduo de honra tomará todo cuidado para não se tornar jornalista"


 A palavra propaganda apareceu pela primeira vez em 1622, quando o papa Gregório XV convocou uma comissão de cardeais – a Congregatio Propaganda Fiade – para difundir a palavra cristã em missões estrangeiras.
 

Durante 300 anos despertou interesse de muita gente, inclusive de Pavlov, mas foi só em 1925, a partir do primeiro encontro entre Hitler e Goebbels, que os estudos sobre a capacidade de manipular as massas, na teoria e na prática, começaram a se desenvolver cientificamente



As práticas mais modernas do marketing, baseadas em pesquisas nas emoções humanas mais do que na razão, têm seu berço no nazismo.
O movimento nazista na Alemanha dos anos 1920 ainda não era um partido e não chegava a ter 1.000 filiados quando Goebbels, contratado por Hitler, iniciou-se nas primeiras estratégias do que hoje chamamos de marketing, para difundir as idéias do nacional-socialismo.

A apropriação da cor vermelha para confeccionar os cartazes publicitários marcou um primeiro e pequeno golpe para desestabilizar as idéias comunistas. Domínio das emoções Goebbels, que já era doutor em Filosofia, aprofundou-se nas idéias de Marx, Engels e Rathenow, com o único objetivo de combatê-las, atacando-as com sutileza e ironia nas fraquezas e com força e dogmatismo em seus pontos fortes, (São fatos históricos - não confundam com defesa à favor do socialismo).

Tenham paciência e conheçam os caminhos que Goebbels traçou. "A propaganda jamais apela à razão, mas sempre à emoção e ao instinto."
 A frase acima, que encerra os princípios éticos do marketing ultramoderno, foi proferida em 1934 por Goebbels – o homem que ficou ao lado de Hitler até o fim.
 
Craque na oratória, Goebbels costumava dizer que ‘as grandes revoluções não são feitas por intelectuais e grandes escritores, mas por grandes oradores’.
Goebbels sabia como aproveitar até mesmo os insultos dirigidos aos nazistas, fazendo tamanha elucubração com as palavras que o nacional-socialismo só crescia e se fortalecia, enquanto o comunismo arrefecia.

 
Segundo Goebbels, ministro de Esclarecimento e Propaganda do Terceiro Reich, "depois que a propaganda conscientizou todo um povo a respeito de uma ideia, a organização pode obter o máximo de benefícios com a ajuda apenas de um punhado de pessoas"
Na Alemanha, Goebbels mantinha o domínio das emoções do povo e o ministério que dirigia contava com vários departamentos que se ocupavam de cultura e publicidade, rádio, cinema, teatro, música e arte, política, lei e finanças, cerimonial, juventude, problemas raciais e viagens, e o mais curioso: o de proteção contra a contrapropaganda no país e no exterior. Um homem, um jornal e a propaganda que preparou o ambiente para o domínio do Nazismo.
 
 


O Der Stürmer foi o jornal anti-semita mais notório da Alemanha. O líder provincial nazista [Gauleiter] Julius Streicher, era um antigo professor de escola secundária  que havia se transformado em ativista nazista, e era o editor e diretor daquele jornal.
 

 
O jornal foi publicado por mais de 20 anos, de 1923 a 1945, divulgando histórias sensacionalistas de "assassinatos rituais", crimes sexuais e fraudes financeiras teoricamente cometidas por judeus.
 

 
Durante a República de Weimar, as alegações ofensivas e difamatórias do Der Stürmer tinham como resultado freqüente a abertura de processos judiciais contra Streicher e contra o jornal por parte das organizações e dos políticos judeus afetados pelas suas mentiras.
 
Após a chegada dos nazistas ao poder, a fortuna do jornal e de seu editor cresceu rapidamente. A circulação cresceu drasticamente, de 14.000 exemplares em 1927 para quase 500.000 em 1935. Embora os visitantes estrangeiros e muitos alemãe incluindo alguns propagandistas nazistas, achassem o jornal (que só falava sobre esse assunto) ofensivo, Hitler se recusava a mandar fechá-lo, mesmo após o Tribunal do Partido Nazista remover Streicher de seus cargos políticos e do partido devido a corrupção.
Em toda a década de 30, os alemães encontravam o Der Stürmer à venda em todas as calçadas e esquinas da Alemanha. Para promover sua propaganda anti-semita e aumentar a circulação do jornal, Streicher forjava diversas notícias.
 
Para manter sempre cheias as caixas onde o jornal era expostos e eventualmente atender ao crescente número de assinaturas, por vezes ele ampliava a circulação do jornal para 2 milhões de unidades. Os Novos Caminhos da Propaganda: Cinema, Rádio e Televisão.
 
Os nazistas entenderam como utilizar o poder de atração das tecnologias então emergentes, como o cinema, os auto-falantes, o rádio e a televisão, a serviço da sua propaganda. Essas tecnologias ofereceram aos líderes nazistas mais uma forma de disseminação de suas mensagens ideológicas, sendo também um veículo para reforçar a invenção da Volksgemeinschaft, i.e. da Comunidade Nacional alemã, através de experiências auditivas e visuais direcionadas ao público "germânico". Após 1933, serviços de rádio passaram a transmitir os discursos de Hitler para residências, fábricas e até mesmo pelas ruas da cidade através dos auto-falantes.
 

 
Os oficiais do Ministério da Propaganda, sob o controle de Goebbels, compreenderam como o rádio era potencialmente promissor para a difusão da propaganda.
O Ministério investiu significativamente na produção de um radio barato, o Volksempfänger , i.e. Rádio do Povo, para aumentar as vendas. Em 1935, cerca de 1.5 milhão desses rádios haviam sido vendidos, conferindo à Alemanha um dos maiores públicos de ouvintes do mundo.
 


Em 1935, a Alemanha se tornou a primeira nação a introduzir o serviço de televisão regular. Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda, viu o enorme potencial desse tipo de mídia para a divulgação da propaganda nazista, embora acreditasse que a melhor opção eram as exibições coletivas como no cinema ou no teatro. Relembrando a manipulação da mídia nazista – A Noite dos Cristais (Kristallnacht).
 
 

 
Na noite entre 9 a 10 de novembro de 1938, os líderes nazistas instigaram uma onda de violência que devastou as comunidades judaicas em todo o território alemão e desconcertou o mundo.
 
Sob o comando de Goebbels, líderes nazistas locais e regionais cometeram atos de destruição e enorme brutalidade, justificando a violência como retribuição ao assassinato de um diplomata alemão em Paris por um adolescente judeu revoltado com o que ocorria na Alemanha.
Na Kristallnacht, i.e. a Noite dos Cristais, milhares de desordeiros nazistas quebraram e destruíram cerca de 7.500 empresas de propriedade de judeus, incendiaram centenas de sinagogas e assassinaram 91 israelitas.
 
Nos dias seguintes, a Polícia de Segurança Alemã prendeu cerca de 30.000 judeus e os encarcerou nos campos de concentração de Buchenwald, Dachau e Sachsenhausen.
Não haviam alternativas com relativo peso na mídia da época, muito menos condições para que a verdade dos fatos chegassem ao conhecimento de todos.
A estratégia alemã havia sido terrivelmente bem sucedida, mas o tempo se encarregaria em demonstrar seu poder de destruição das liberdades. As terríveis atrocidades do nazismo ficaram nas páginas sombrias da história,
mas a demonstração do poder de manipulação da mídia deixaria farto material para inspirar àqueles que desejassem retomar o projeto de supressão da influência da cultura judaico-cristã nas sociedades. Desta vez não haveria um combate direto, mas uma estratégia bem mais elaborada e cuidadosamente preparada no ambiente das novas mídias.
Qual a razão para citarmos Goebbels e a forma monstruosa como preparou a propaganda que ocultaria tantas atrocidades, violações dando-lhes uma justificativa baseada em acusações?
O Surgimento do Sleeping Giants - Você logo entenderá o motivo para termos citado Goebbels. Assim surge em 2016 um perfil na plataforma Twitter com o pseudônimo “Sleeping Giants”. Este perfil surge com uma missão muito bem definida:
 

 
Classificar mídias independentes e conservadoras como portadoras e propagadoras de “discurso de ódio” e “Fake News”. Lembra das manchetes do jornal alemão, Der Stürmer, que começou algo semelhante com os judeus? Vamos prosseguir...
Motivado pela vitória de Donald Trump nos EUA, depois de anos de predomínio da esquerda, o perfil Sleeping Giants inicia sua campanha de perseguição aos conservadores.
 
Após uma sequencia de ações do perfil, uma investigação independente conclui que o nome por trás do Sleeping Giants é Matt Rivitz.
 

 
Mais tarde outro perfil atribuído à Nandini Jammi reivindicaria ser considerada co-fundadora do Sleeping Giants.
Matt Rivitz e Nandini Jammi chegam a um entendimento e assim todo o mistério por trás do Sleeping Giants é encerrado.
 

 
Entretanto havia algo que não fazia muito sentido. Como uma iniciativa com forte ligação com uma mudança política recente teria sido iniciada por uma pessoa ligada ao mundo da publicidade sem nenhum vínculo político?
 
Joseph Goebbels, na época da campanha nazista, também conhecia o universo das mídias da época, mas foi seu profundo conhecimento filosófico e sua ligação com o partido e com o próprio Hitler que o fez seqüestrar a imprensa e conduzir forte campanha publicitária anti-semita.
 
Isto nos levou a investigar com a intenção de procurar entender como o Sleeping Giants havia traçado sua estratégia de ação e como ela assemelhava-se às ações de Goebbels. Não era apenas um punho cerrado.
 
Um indivíduo tem liberdade para seguir o perfil que desejar e isto não constitue violação de conduta. Entretanto um perfil criado para combater conservadores por meio de acusações sem que o acusado tenha o direito de ser ouvido, sem dúvidas levanta alguns questionamentos, tais como:
- Qual a ligação entre o perfil Sleeping Giants e os outros que este perfil está seguindo?
- Porquê o perfil do Sleeping Giants seguiria algum outro perfil que não fosse uma de suas células?
- Há o envolvimento de políticos de esquerda na orquestração das ações do Sleeping Giants?
- Seria o Sleeping Giants uma nova versão da propaganda ao estilo Goebbels preparando o ambiente para a criminalização do conservadorismo a exemplo do que ocorreu com os judeus?
 
-Qual a razão para considerarmos o primeiro perfil além de estabelecer um vínculo?
 
Processo Investigativo:  Foi então que tivemos uma ideia - verificar o perfil do Sleeping Giants e os outros criados para atuarem como suas células aqui no Brasil.
 
O ponto principal seria identificar qual o primeiro perfil seguido e assim estabelecer um elo entre este perfil e o perfil do Sleeping Giants que o segue.
Por se tratar de um perfil dedicado ao combate de mídias alternativas onde eles baseiam-se em acusações gravíssimas que envolvem “discurso de ódio”, “fake news”, saber outros perfis que as células Sleeping Giants seguem pode estabelecer, quando identificado como o primeiro perfil seguido, e o tal perfil colaborou para a criação do perfil Sleeping Giants principal, e outros que seriam utilizados como perfis células, além de saber quais destes teriam alguma ligação com opositores tanto dos conservadores quanto dos partidos ligados ao conservadorismo.
 
Mas como saber se determinado perfil seguido no Twitter foi o primeiro? Para esta tarefa pedimos ajuda a diversos perfis a fim de identificarem se o último perfil da lista que aparece na parte dos perfis seguidos corresponde ao primeiro perfil seguido por eles.
Conseguimos diversos colaboradores que realizaram a verificação. Mostraremos alguns deles. Renatah (@Dart_Re) identificou que sim, o primeiro perfil que ela segui foi o do presidente Jair Bolsonaro e ele constava como último em sua lista de perfis seguidos.
 Cristina Faria identificou que sim, o primeiro perfil que ela segui foi o do presidente Jair Bolsonaro e ele constava como último em sua lista de perfis seguido.

 Com estes dados, tivemos a confirmação de que o último perfil na lista de perfis seguidos, pode ser o primeiro que o perfil seguiu. Além do apoio que diversos perfis nos deram nas pesquisas, também utilizamos uma API para verificar qual foi o primeiro perfil seguido pelo perfil do Sleeping Giants tanto nos EUA como os perfis que aparentam ser uma espécie de células aqui no Brasi,l inclusive na formatação do perfil começando com Sleeping_Giants.
 
A API utilizada como segundo método foi a plataforma SocialRank. Nesta API utilizamos um serviço denominado FirstFollower que, como o nome sugere, verifica qual foi o primeiro seguidor de um determinado perfil no Twitter.
 
Esta pesquisa vai nos levar a dados interessantes sobre a possível estrutura por trás do Sleeping Giants e saberemos se nesta estrutura encontram-se pessoas e empresas ligadas ao universo da propaganda, jornalismo, personalidades políticas ligadas aos partidos de esquerda.
 
Lembramos que fatores como exclusão de contas também podem comprometer o resultado obtido. Desta forma tenha em mente que estamos analisando possíveis conexões e que os dados nos fornecerão uma pista e não uma certeza.
 
Célula Mãe Sleeping Giants USA (@ slpns_giants ).
 Começaremos pela célula principal, o perfil [@ slpng_giants] e perfis seguidos.
O Último da lista, ao que tudo indica foi o primeiro a ser seguido pelo perfil Sleeping Giants, é o perfil atribuído a Jon Favreau [@ jonfavs].
 

 
Quem é e qual a importância de Jon Favreau no cenário político da esquerda nos EUA?
Jon Favreau o “leitor de mentes” – O Goebbels do século XXI. Seu nome é Jonathan Edward Favreau  (nasciso em 02 de junho de 1981).
 

 
Após a formatura, ele foi trabalhar para a campanha presidencial de John Kerry em 2004, trabalhando para coletar notícias de rádio para a campanha e foi promovido ao cargo de Deputy Speechwriter (Redator de discurso).
 
Favreau conheceu Barack Obama, então um senador estadual de Illinois, enquanto trabalhava na campanha de Kerry. Em 2005, o diretor de comunicações de Obama, Robert Gibbs, recomendou Favreau a Obama como redator de discursos.
 
Favreau foi contratado como redator de discursos de Obama logo após a eleição de Obama para o Senado dos Estados Unidos . Obama e Favreau se aproximaram e Obama se referiu a ele como seu "leitor de mentes". Ele fez campanha com Obama para as eleições presidenciais .
 Em 2009, ele foi nomeado para a equipe da Casa Branca como Diretor de Redação de Discursos. Interessante... Jon Favreau trabalhou na campanha e depois na Casa Branca com Obama.
 
Jon Favreau atuou como redator principal de discursos de Barack Obama de 2005-2013, um papel que foi muito mais sênior e influente do que Jon Lovett.
 

 

 
Desde que deixou a Casa Branca, Favreau escreveu e falou sobre política e redação de discursos para audiências em todo o mundo. Em 2017, ele foi co-fundador da “Crooked Media”, onde é co-apresentador do “Pod Save America” e apresentador do “The Wilderness”.
 

 

Somente para constar, Jon Favreau também segue de volta o Sleeping Gints.
 
Lembram dos nomes que aparecem na lista de perfis seguidos pelo perfil do Sleeping Giants [@ slpng_giants] exatamente na ordem que sugere terem sido incluídos sequencialmente após o perfil ter seguido Favreau? Vamos rever:
 
Jon Favreau, Dan Pfeiffer e Jon Lovett. Qual seria a ligação deles com o perfil do Sleeping Giants e na Crooked Media? Considerando que estes perfis estão sendo seguidos pelo Sleeping Giants, ...
 
O fato mais intrigante é que tanto Favreau quanto os outros estiveram envolvidos com Barack Obama e estão ligados a esquerda dos EUA. Teria sido o perfil Sleeping Giants uma estratégia da esquerda dos EUA para combater ao estilo Goebbels os conservadores?
 
Será que usaram o termo “Fake News” e “Discurso de Ódio” para ocultar ser uma reformulação da estratégia de Goebbels pela qual a esquerda nos EUA perseguiria conservadores e aqueles que apoiam princípios e valores oriundos da cultura judaico-cristã?
 
Obama e a esquerda nos EUA teriam orquestrado esta campanha onde membros da Casa Branca, durante a gestão Obama, estariam envolvidos? Vale ressaltar que o Sleeping Giants surge no auge da disputa americana para presidente, em 2016.
 
Em novembro de 2016, logo após Donald Trump ter sido eleito Presidente dos Estados Unidos, Matt Rivitz surge alegando que soube pela imprensa do papel desempenhado pelo portal Breitbart News naquela eleição histórica.
 
Neste mesmo mês Matt Rivitz cria uma conta “Sleeping Giants” [@ slpng_giants] no Twitter com uma única missão: Convencer as empresas de que a publicidade de seus produtos apareciam em sites como o Breitbart que ele, de forma pejorativa,
 
passou a classificar como "extrema direita", propagadores de “Fake news” e “discurso de ódio”. Seja como for, Donald Trump foi eleito presidente dos EUA naquele ano (2016).
 
E a imprensa americana acabou aceitando o argumento de que Matt Rivitz e Nandini Jammi seriam realmente os co-fundadores do Sleeping Giants.
 
Confesso que até nós, inicialmente, lendo as notícias daquele tempo achamos plausível, ainda que algo não estava devidamente se encaixando, achamos, naquele momento, que havia algum sentido para o nome de Rivitz e Jammi aparecerem.
 
Hoje olhando as conexões do perfil Sleeping Giants não acreditamos que tenha sido obra de Rivitz e Jammi. Hoje estamos percebendo, no mínimo, um mentor intelectual por trás de toda a trama. Talvez um certo "leitor de mentes"
 
Além dos fatos que mostram os primeiros perfis seguidos pelo Sleeping Giants tendo alguma ligação com o ex-presidente Barack Hussein Obama II por meio de Jon Favreau
s atividades de Favreau após sua saída da Casa Branca, sinaliza, ainda mais, suas ações como um significativo grau de comparação em relação à estratégia de Goebbels.
 
Em janeiro de 2017, Jon Favreau co-fundou a empresa de mídia liberal Crooked Media com os também ex-funcionários de Obama, Tommy Vietor e Jon Lovett , e começou a co-hospedar o podcast político “Pod Save America” com Vietor, Lovett e Dan Pfeiffer.
 
A Crooked Media seria a continuação do trabalho de Jon Favreau agora que a esquerda havia perdido a disputa pela Casa Branca. E assim aconteceu. No primeiro mês do início do governo Trump surge a Crooked Media.
 
Será que Rivitz foi utilizado como um laranja para o plano do Goebbels do século XXI? Vamos seguir para outro ponto interessante sobre o perfil Sleeping Giants - o primeiro seguidor.
 
 O perfil Sleeping Giants tem como primeiro seguidor alguém ligado a um grupo muito forte na propaganda e publicidade, TBWA\Worldwide - Subsidiária do Grupo Omnicom proprietária da ABC no Brasil.
 
O primeiro seguidor do perfil do Sleeping Giants nos EUA. O perfil [@ lionelrecruits] parece pertencer a Lionel Carreon, Diretor Executivo, Recrutamento Criativo Global na TBWA\Worldwide
 
Quem ou que é TBWA\Worldwide? TBWA Worldwide é uma agência internacional de publicidade com sede principal em Midtown Manhattan , Nova York , Estados Unidos.
 
Desde 1993, a agência tornou-se uma unidade do Grupo Omnicom , a segunda maior holding de agências de publicidade do mundo. Agora você está entendendo o motivo para que marcas não questionassem o modus operandi do Sleeping Giants? Vamos prosseguir.
 
Vamos recordar um fato importante sobre o Grupo Omnicom e sua entrada no mercado brasileiro ocorrido em 2015. “Não posso falar sobre o assunto”, disse ao Meio & Mensagem o CEO do Grupo ABC, Guga Valente, naquela sexta-feira, 20/11/2015,
 

sobre a venda da holding brasileira para o grupo norte-americano Omnicom, confirmada à reportagem por outras fontes próximas à negociação. As duas partes já são sócias desde a fundação do ABC, em 2002, quando o grupo foi lançado, com a marca Ypy, por Guga e Nizan Guanaes.
 
Entretanto, o relacionamento societário da dupla brasileira com o Omnicom é anterior ao lançamento do ABC
 
Em 1997, Guga e Nizan venderam para a rede DDB, integrante da holding norte-americana, o controle acionário da DM9, agência que haviam comprado de Duda Mendonça em 1989. Até este momento, o Omnicom tinha participações em quatro agências administradas pelo Grupo ABC:
 
A multinacional era majoritária na DM9DDB (60%) e no escritório local da Interbrand (60%), e detinha participações minoritárias na Africa (15%) e na Loducca (9%). A aquisição do ABC pelo Omnicom seria anunciada oficialmente na segunda-feira, 23/11/2015.
 
Como geralmente acontece nesse tipo de acordo, o contrato assinado previa a permanência de Guga e Nizan no comando do ABC por um prazo mínimo de cinco anos. Em 02 de maio de 2016 a notícia foi confirmada pelo portal ADNEWS com a seguinte matéria:
 
Após meses de negociação e muita especulação, incluindo uma suposta investida da WWP, o grupo ABC, de Nizan Guanaes, foi vendido para o americano Omnicom. De acordo com informações da coluna do jornalista Lauro Jardim,
 
trata-se de um negócio de aproximadamente 1 bilhão de reais, o que torna a transação a maior da história da propaganda no Brasil. O valor total da compra deve ser quitado ao final de cinco anos.
 
Vale lembrar que, além de Nizan e Guga, o Grupo ABC tem como sócios o fundo Kinea (Itaú) e o Grupo Icatu. Africa, CDN, Loducca, DM9 e outras agências estão no guarda chuva da empresa.
Este é o primeiro caso onde se estabelece a conexão entre o Sleeping Giants e uma grande agência de publicidade e esta conexão começa com o perfil [@ lionelrecruits] que, onforme mencionamos anteriormente, parece pertencer a Lionel Carreon, Diretor Executivo, Recrutamento Criativo Global na TBWA\Worldwide - Subsidiária do Grupo Omnicom proprietária da ABC no Brasil.
 
Com um grupo forte no mercado de propaganda e publicidade ligado ao primeiro perfil seguido pelo Sleeping Giants no Twitter surgem algumas perguntas:
 
Seria este o poder de convencimento do Sleeping Giants pelo qual as empresas contatadas pelo não oferecem a outra parte denunciada o direito de defesa quanto às acusações feitas?
 
Haveria alguma contrapartida oferecida em forma de publicidade para empresas que aceitam as ordens do Sleeping Giants?
 
Empresas de propaganda e publicidade brasileiras estariam ligadas ao grupo ABC e participariam da estratégia do Sleeping Giants para prejudicar empresas, pessoas e mídias alternativas com viés conservador?
 
 
Há jornalistas, na grande mídia brasileira, com viés político de esquerda envolvidos nesta estratégia? Estas perguntas nos levam a considerar o cenário político e com isso analisarmos os outros perfis seguidos pelo Sleeping Giants dos EUA.
 
Estes três perfis nos levam à esquerda dos EUA e ao ex-presidente Barack Hussein Obama II.
 

 
Estariam Obama, Crooked Media de Jon Favreau e sócios, a TBWA\Worldwide - Subsidiária do Grupo Omnicom proprietária da ABC no Brasil envolvidos com a estratégia de repetir os feitos de Goebbels
 
Se analisarmos por esta ótica, veremos que a atuação de Favreau tem forte ligação com o papel e estratégias adotadas por Goebbels. Goebbels sabia que para se conquistar as ruas, ele teria que usar o terror.
 
Manchetes de jornal, ataques de gangues nas ruas, aliciamentos, agitação e violência. Tudo isto foi exatamente o que assistimos nos EUA com ataques da mídia aos conservadores e o aliciamento de pessoas para aderirem ao movimento conhecido como BLM (Black Lives Matter).
 
Como Joseph Goebbels, Favreau agora passava a contar com uma empresa de publicidade com a qual pôde prosseguir com seu plano, agora muito mais abrangente, pois a exemplo dos EUA outras nações esboçavam uma forte reação conservadora, como foi o caso do Brasil.
 
Para adequar a estratégia de Goebbels aos novos formatos de mídia, Favreau podia contar com o Sleeping Giants, pois durante os anos de atuação na Casa Branca viu a imprensa fomentar temas que mais tarde seriam úteis aos seus propósitos.
 
Um deles, muito difundido tanto lá nos EUA como aqui no Brasil foi o termo “Fake News”. Enquanto sua nova empresa, a “Crooked Media” se encarregaria de garantir a publicidade do projeto da esquerda, ...
 
o Sleeping Giants atuaria para desmonetizar portais de mídia alternativa que não compartilhavam os ideais comunistas da esquerda, forçando-os a encerrar suas atividades reduzindo, com esta ação, o apoio que poderiam dar ao movimento conservador.
 
Seguindo fielmente a estratégia de Goebbels, Favreau consegue passar despercebido, principalmente quando o nome de Matt Rivitz aparece vinculado ao perfil Sleeping Giants, garantido que ele, Jon Favreau,
 
ermanecesse nas sombras como o grande articulador da estratégia de minar os conservadores imputando-lhes crimes que jamais cometeram. Como Favreau chega ao Brasil? Por meio do Sleeping Giants. E como o Sleeping Giants chegam ao Brasil?
 
Por meio do Sleeping Giants dos EUA, diversos perfis semelhantes são criados como células em muitos estados brasileiro. Todos possuem algo em comum: ● Ligação com perfis células do Sleeping ● Ligação com perfil de Nandini Jammi ● Ligação com figuras estratégicas
 
Antes de prosseguirmos com os perfis células e suas ligações, cabe uma pergunta: Como não percebemos a estratégia de Goebbels nas ações do Sleeping Giants? Dois fatores podem responder a esta pergunta.
 
Um primeiro deles está relacionado ao fato de não termos feito a ligação do Sleeping Giants com TBWA\Worldwide - Subsidiária do Grupo Omnicom proprietária da ABC no Brasil e Jon Favrea
 
O Segundo fator tem a ver com uma ação preparatória ocorrida pouco antes das ações do Sleeping Giants se intensificarem aqui no Brasil. Eles trouxeram à tona a figura do Goebbels, ...
 
mas de uma forma que mexeria com a emoção das pessoas causando com isso um tipo de blindagem pelo qual o Sleeping Giants não seria ligado a Goebbels, uma vez que haveria um episódio recente, não ligado aos partidos de esquerda ou às ações do Sleeping Giants, .
 
estabelecendo uma certa diferença cognitiva, suficiente para evitar comparações. Vamos relembrar onde e como aconteceu. No dia 16 de janeiro de 2020, o secretário especial da Cultura do governo do presidente Jair Bolsonaro, Roberto Alvim
 
fez um discurso que a imprensa brasileira noticiou como semelhante ao do ministro de Adolf Hitler da Propaganda da Alemanha Nazista, Joseph Goebbels, antissemita radical e um dos idealizadores do nazismo.
 
alvez ninguém tivesse percebido qual era a estratégia daquele episódio. Hoje, ao analisar aquele episódio, nos perguntamos se não era uma estratégia para trazer a memória do brasileiro a figura de Goebbels e sua propaganda que divulgou ao mundo os ideais nazista
 
como uma forma de ocultar a semelhança e dissociar as ações do Sleeping Giants, mantendo Favreau nas sombras? E a imprensa soube trabalhar muito bem o fato. Quais atores do episódio envolvendo Roberto Alvim atuaram conscientes é algo que talvez nunca saibamos
 
Entretanto veja a frase de Goebbels e compare com a estratégia utilizada pelo Sleeping Giants e veja se não é exatamente o que ocorre. A frase é: "A propaganda jamais apela à razão, mas sempre à emoção e ao instinto."
 

 
Será que não é assim que o Sleeping Giants tem agido? Observe que, normalmente, uma denúncia é, de certa forma, um apelo à razão, por meio da qual o denunciante solicita apuração de acordo com o devido processo legal etc, enquanto a estratégia publicitária ignora a razão tentando apelar para meios relacionados à emoção e assim conquistar seu objetivo.
Vamos ver alguns registros de contatos com empresas/marcas realizados pelo Sleeping Giants.
 
Talvez aquela ação envolvendo o ex-secretário de Cultura tenha servido para que, do lado dos conservadores, ninguém se atrevesse a associar os eventos das células do Sleeping Giants ao modus operandi do propagandista do nazismo.
 
Se tivéssemos feito tal associação talvez teríamos chegado ao mentor por trás de toda a estratégia da esquerda dos EUA. Pagamos um alto preço por não termos, se quer, cogitado tal possibilidade.
 
Qual seria o vínculo do Jornalista João Paulo Saconi das organizações Globo com o Sleeping Giants?
Seria parte da estrutura para criminalizar conservadores no Brasil a exemplo do que o Sleeping Giants fez nos EUA?
 
O perfil da célula do Rio de Janeiro(sleeping_giants_rj) era seguida pelo jornalista do The Intercept Brasil, Leandro Demori.
 
Após o início de processo de investigações por parte das autoridades, o perfil [@ lpng_giants_rj] teve a conta excluída. Não há como provar que a exclusão esteja relacionada com as investigações.
 
Há tantos outros e todos com as mesmas características. Resta saber qual o vínculo das pessoas relacionadas aos perfis que as células do Sleeping Giants seguem com a estratégia montada pelo Sleeping Giants.
Tem muito, muitos perfis que as células passaram a seguir.
O que sinaliza uma nova estratégia com intuito de confundir aqueles que forem pesquisarem para tentar estabelecer conexões. Todavia, o que constatamos até aqui, desde o surgimento do movimento no ano de 2016, demonstra ser uma reprodução contemporânea da estratégia utilizada por Goebbels, quando planejou usar as ferramentas e seu conhecimento sobre o poder da propaganda com o objetivo de iniciar um movimento dedicado a convencer a Europa, Primeiramente a Alemanha, porque para eles os judeus eram os grandes culpados pelas mazelas na economia.
 
Segundo Joachim Fest, em A face do Terceiro Reich, "a propaganda foi o gênio do nacional-socialismo e não somente um instrumento de poder”.
 
O autor explica que o nacional-socialismo tinha uma filosofia obscura e contraditória, mas uma índole clara e objetiva quanto à propaganda. O rádio foi o maior instrumento, mas nada referente às comunicações foi desprezado; o próprio Goebbels escrevia artigos, embora tenha se divertido muito mais com o rádio, que despertou seu interesse pela facilidade na manipulação de sons e no timbre da voz, que ele fazia questão de tornar mais ou menos dramático.
 
A polêmica propaganda subliminar surgiu no novo cinema alemão idealizado por Goebbels no início dos anos 1930. Ele contratou seus próprios diretores, roteiristas, fotógrafos e cinegrafistas, que trabalharam muito durante a ascensão de Hitler.
 
Tudo foi coberto, até mesmo as terríveis experiências nos campos de concentração, e seus resultados foram fartamente documentados.
O marketing, esse poderoso instrumento maquiavelicamente utilizado por Goebbels, hoje pauta não apenas a propaganda e a publicidade clássicas, mas interfere profundamente no funcionamento dos meios de comunicação, deturpando fatos e distorcendo a realidade.
O jornalismo, supostamente livre dessa manipulação, está acabando, e não é uma questão de novas mídias, e sim do que o Goebbels do século XXI vem conseguindo bem diante do olhar dos conservadores.
 
Pouco a pouco, Jon Favreau,a esquerda dos EUA e agora as células do Sleeping Giants no Brasil, começam a repetir as estratégias de Goebbels, enquanto assistimos a tudo isto como se realmente estivéssemos falando de combate ao “discurso de ódio” ou às “fake news”.
 
Está cada vez mais claro que as intenções são as mesmas que Goebbels tinha quando intentou ser o propagandista do Nazismo começando pela manipulação das emoções e dos instintos dos alemães.
 
Lembre-se da frase de Goebbels sobre os princípios éticos da propaganda em seu tempo: "A propaganda jamais apela à razão, mas sempre à emoção e ao instinto.
 
Nosso filhos são ensinados a conviver como pessoas cordiais e isto é o que todos os povos dão como testemunho sobre o brasileiro.
Ainda podemos reverter e neutralizar esta terrível estratégia. Basta começarmos a não ter vergonha de dizer que ser conservador começa por termos como princípios basilares Deus, pátria e família - isto é o que nos torna conservadores.
 
Leia  amatéria completa no perfil do Twitter @10_5_6_5 e agradecemos pela autorização para publicação de parte de sua Thread.
 
 
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