19/08/2020 às 20h55min - Atualizada em 19/08/2020 às 20h23min

NO ABORTO DECORRENTE DE ESTUPRO, QUEM É PUNIDO?

Qual o interesse por trás das cortinas?

atualidades
- Horacia Alves Lopes
Portal Catu
 
Este texto trás uma reflexão ampla e responsável a cerca do que influencia o comportamento de pessoas de bem, em torno de um ato assassino que é apresentado como solução para um problema plausível de ser sanado de outra maneira em uma sociedade civilizada. O objetivo é refletir especificamente sobre o aborto provocado em uma gravidez decorrente de um estupro independente da idade,  por este ser um dos mais graves, tendo em vista sua origem em um ato criminoso.

O aborto é uma agenda globalista delegada às feministas que provavelmente nunca terão filhos por ônus da sua ideologia, pois ter filhos é um dos critérios considerados de risco ao movimento global.

Como uma feminista que recebe milhões de reais para ser uma escrava dessa ideologia nefasta, pode ter filhos? Ora, a natureza do seu “trabalho” não permite essa graça de Deus.  Não seria possível, justamente por ter que combater o seu oponente,  e este oponente é por via de regra o único capaz de gerar um filho. O seu oponente é homem, que rotulado de machista perde todo o seu crédito diante das ideias iluministas revolucionárias.
Segundo a ex-feminista Sara winter, a qual declara ter sido vitima de um aborto provocado, há dois motivos claros para mulheres militantes do movimento praticar essa atrocidade.

A principio, é para se manter se no movimento e dar o seu testemunho de aversão ao macho. Se der certo, ótimo, se não der certo, gera estatística para fomentar a luta. “se não der certo”, diz Sara, “se ela morrer”. O que me parece bem sugestivo para as feministas de liderança comprovarem que o aborto é necessário e viável em dezenas de casos.

Mas como a pauta global inclui todo mundo, as mulheres normais, cristãs, mães e até avós, nem se dão conta diante de um fato polarizado à moda comunista, que acabam defendendo nesse ou naquele caso, o assassinato de bebês no ventre de suas mês e, assim ajuda a fomentar ainda mais o debate da cultura da morte e a favorecer a sua legalização .

Percebe –se uma preocupação midiática em construir uma manipulação da opinião pública em torno da necessidade do aborto.  Autoridades públicas, artistas e influenciadores, correm para apoiara as tags e o discurso do  pequeno grupo milionário que sustentam –se do sangue de inocentes.
Neste contexto específico, há   três personagens bem definidos, e assim possibilita a visão  por três ângulos diferentes, mas sempre há uma única visão em que a única  vitima é a  mulher, também é a responsável pela decisão de assassinar ou salvar a vida do seu filho.

O Ponto de vista da mãe que teve o seu direito de propriedade do corpo violado, seu sistema psicológico afetado, sua imagem exposta  como laranja na feira pelos fofoqueiros de plantão, apoiados pelo discurso dos “visionários” citados acima.

O ponto de vida do bebê, a torcida é gigante, não pela vida do inocente mas, pela sua morte, este é o vilão, não pode nascer vivo de jeito nenhum. É preciso mata-lo a qualquer custas, mudam a idade do feto, diminuído as semanas, justificam a idade da mãe, se a mãe  é muito jovem a “gravidez mata” se passou dos quanta “também.” Ainda defendem o seu direito ao corpo, o qual já foi violado,  mas isso não importa, ela não pode deixar essa criança nascer.

Do ponto de vista do estuprador, este não aparece na lista dos machistas, dos agressores, dos psicopatas por fim dos criminosos, a ele não  imputa a culpa nem pena criminal. Ele se torna um anônimo em poucos dias. Enquanto todos discutem o destino do feto,  o estuprador é esquecido e continua sua missão diabólica de fazer mais e mais vítimas.

Não se discute o crime, nem a pena nem a punição, há muitas autoridades que engrossam o coro dos defensores dos direitos humanos, juízes, promotores e ministros, sem deixar alguns parlamentares de fora.  Todos saem em defeza  da causa do estuprador como um doente, necessitado de tratamento, vítima da sociedade opressora, enquanto Projetos de Lei apresentados à anos visando por fim na impunidade, mofam nas gavetas do Congresso.

Basta alguém levantar o debate na tribuna, para ver parlamentares em cólera, saindo em defesa do coitado, injustiçado, diga se de passagem, mulheres parlamentares defendendo estuprador como doente ou vitima social. Neste caso nem a Lei Maria da Penha é citada, mesmo no caso do agressor assassinar a vítima, nem o feminicídio o reconhece para fins jurídicos.

Afinal, qual é a vitima?   Porquê o agressor é esquecido? Porquê o Parlamento e o Judiciário não discutem penas mais rígidas para o agressor? Porquê é tão importante para eles a cultura da morte e em especial dos fetos?

São perguntas que nós, os conservadores, em especial nós mulheres do mundo todo, precisamos buscar 
respostas. O que está por trás das cortinas?
 
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Horacia Alves Lopes

Horacia Alves Lopes

Empreendedora digital na área de assessoria em gestão social de pequenos negócios,

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