17/08/2020 às 00h48min - Atualizada em 17/08/2020 às 00h45min

Papa João Paulo II - João de Deus ou João Nazista?

Claudia Ribas

Em 30 de junho de 1980 pisava, pela primeira vez, no Brasil um dos líderes religiosos mais influentes do século XX - O Papa João Paulo II. Eu estudava em colégio de freiras, cursava o antigo primário. Recordo nosso preparo para a chegada do Papa. Ensaiávamos a música em sua homenagem como se fossemos cantar na frente dele.

"A bênção, João de Deus.

Nosso povo te abraça.

Tu vens em missão de paz.

'Sê' bem-vindo.

E abençoa este povo que te ama!".

Aprendi a amar o Papa João Paulo II.

João Paulo II assim que desembarcou fez história ao beijar o solo brasileiro, visitou o Vidigal (favela carioca) que estava ameaçada de remoção... foram doze (12) dias "santos".

Os anos passaram e em 1990 a banda Engenheiros do Hawaii estouro nas paradas de sucesso com uma música que trazia deboches e indignação sobre a geopolítica - O Papa é Pop:

"Todo mundo tá revendo / O que nunca foi visto / Todo mundo tá comprando / Os mais vendidos / É qualquer nota / Qualquer notícia / Páginas em branco Fotos coloridas / Qualquer nova / Qualquer notícia / Qualquer coisa / Que se mova / É um alvo... / O Papa é Pop O Papa é Pop O Pop não poupa ninguém..."

Trinta (30) anos depois o mundo parou refém da Covid-19, do comunismo, do medo, do pânico... A população do planeta Terra foi exilada em casa. Já estamos sofrendo consequências desastrosas, mas tudo na vida tem ônus e bônus. O bônus foi sair de Miseriáṕoles e conhecer melhor o mundo que vivemos. Pela internet formamos uma grande rede e recebemos muitas informações, esclarecimentos e o status quo ficou pra trás. No meio de tantas boas, más ou falsas informações recebi algumas publicações e também um documento sobre o Papa Pop (João paulo II). Li, reli, me choquei, duvidei, pesquisei, deixei de stand bay; Pesquisei mais, refleti e tomei coragem para escrever. Precisei de coragem porque antes tive a necessidade de desconstruir o amor e respeito que sentia pelo papa João Paulo II.

Agora vamos organizar para elaborar nossa compreensão sobre João Paulo II:

No início da década de 1940, um jovem vendedor polonês empregado pela empresa química IG Farben (fabricante de gás cianeto) vendeu cianeto aos nazistas para uso em Auschwitz. Esse mesmo rapaz também trabalhou como químico fabricando o gás cianeto que exterminou milhões de judeus e outras pessoas no centro do campo de extermínio de Auschwitz. Com medo de morrer após a guerra, encontrou refúgio na Igreja Católica e foi ordenado sacerdote no final de 1946. Em 1958 foi ordenado o bispo mais jovem da Polônia. Após o reinado de trinta dias e o assassinato de seu antecessor, ele assumiu o papado como Papa João Paulo II e passou a controlar uma organização na América chamada Federação Judaica e um de seus muitos ramos, a Rede de Conscientização de Cultos, que sequestra cristãos e outras vítimas. Essa Rede de Conscientização de Cultos do papa era uma continuação do "Ministério dos Cultos" de Hitler durante a Segunda Guerra Mundial, projetado para destruir o Judaísmo, o Cristianismo e outras religiões além do Catolicismo. Hitler e toda a sua equipe, incluindo as SS, eram todos católicos. Seu desejo: um mundo apenas para católicos. Alguns dos altos tenentes do papa (criminosos também) fingiram amizade com várias organizações judaicas genuínas. A razão para este engano do povo judeu era promover o catolicismo e o culto católico mundial único.

"Recordei o meu tempo como estudante em colégio de freiras: Quando a freira pedia em sala de aula para levantar a mão quem era católico, eu não levantava a minha. Logo, de forma bem austera, chamada pelo segundo nome, era retirada de sala de aula e encaminhada à coordenação. Após algumas idas à coordenação tive que aprender a fingir ser católica. Até gostava da escola e de algumas coisas do catolicismo, só não queria ser católica por imposição."

O objetivo de João Paulo II era fomentar o ódio contra judeus e verdadeiros cristãos no mundo, criando dissensão nas organizações judaicas e cristãs que eles infiltravam com bajulação fingida e promessas de recompensas, na esperança de que toda a população mundial ia se levantar contra os verdadeiros cristãos e judeus pedindo sua destruição para que apenas o nazismo católico permaneça.

A máquina de propaganda do Papa (a mídia de notícias) exaltava o “papa mídiático/pop”, sua “diabólica” igreja mundial e a ONU.

O Rabino Moshe Shonfeld declarou: Desde o dia em que fomos exilados da Terra Santa, a Igreja Católica foi pior para nós do que todos os reis da terra. Todos os seus passos no palco da história foram marcados com sangue judeu.” O Rabino também acrescentou: “A população católica em todos os países ocupados pela Alemanha massacrou judeus sem piedade, encorajada por seus padres. Eles eram todos católicos fanáticos e todos tinham apetites insaciáveis por sangue judeu. ”

Um dos principais conselheiros católicos nazistas do papa era Otto Ambros. Otto era um criminoso nazista da Segunda Guerra Mundial condenado nos julgamentos de Nuremberg. Ele foi condenado a oito anos de prisão, mas cumpriu apenas três anos por escravidão e assassinato em massa.

João Paulo II, constantemente emitia mentiras como: “Sinto pena do povo judeu da Segunda Guerra Mundial”. 

Se ele sentia tanta pena dos judeus, por que ele não reconheceu Israel como um estado? Continuou a chamar Israel de Palestina.

O Vaticano sempre desprezou os judeus. Será que foi porque o povo judeu escreveu a Bíblia, tanto o Antigo quanto o Novo Testamento? Será que é porque Israel é a Terra Santa, não a Palestina ou Roma? Será que é porque Deus deu Israel aos judeus, não ao papa, não à ONU, não à OLP ou a qualquer outro grupo criminoso nazista católico?

Ao sul de Merano ficavam os portos de Gênova e Roma, onde o Vaticano ajudou os nazistas a obter documentos falsos para sua viagem de navio a vapor para a América. A Igreja Católica ajudou centenas de milhares de nazistas católicos criminosos de guerra e espiões para fugir para a América e outros países.

As principais agências do Vaticano, para lidar com criminosos de guerra católicos nazistas, eram um grupo de agências católicas de ajuda humanitária em Roma que dividia o trabalho de assistência de acordo com a nacionalidade dos refugiados fugitivos. Os lituanos foram ver o reverendo Jatulevicius no nº 6 da Via Lucullo, por exemplo, enquanto o Padre Gallov, na Via del Parione, 33 ajudava os húngaros, e os monsenhor Dragonovic e Magjerec, do Instituto di St. Jeronimus, estavam encarregados do socorro croata, e assim adiante. O cardeal Casaroli (secretário de Estado do Vaticano), então com a máfia de Milão, ajudou também na fuga dos açougueiros católicos nazistas. João Paulo II aparece novamente falsificando passaportes para criminosos de guerra nazistas católicos para sua fuga para Hong Kong, Oriente Médio, América do Sul e em todo o mundo. Além disso, João Paulo II era protegido de Montini, que trabalhava com a Máfia de Milão, o crime organizado e a CIA. Montini mais tarde se tornou o Papa Paulo VI.

Uma das figuras-chave no plano mestre da SS para controlar os Estados Unidos pela ONU católica foi o católico nazista Reinhard Gehlen. Ele era um membro do Grande Estado-Maior Geral Alemão. A CIA da América foi projetada, em grande medida, por Reinhard Gehlen e foi composta por ex-OSS (Office of Strategic Services), agentes do FBI, SS e SD (SD era a divisão de coleta de inteligência da SS criada por Himmler, outro católico). Sim, metade eram americanos, metade eram nazistas católicos alemães. Esse ex-general católico nazista foi chamado de cofundador da CIA.

Os criminosos de guerra católicos nazistas destruíram nosso governo, nossas igrejas, nossas escolas, nossas famílias, nossos filhos, nossa moral, nosso orgulho, nossa integridade, nosso patriotismo.

Em um almoço católico, Ronald Reagan se gabou das centenas de juízes católicos (nazistas) que ele nomeou e instalou 10 no sistema judiciário americano, um deles sendo o juiz Arnold do Arkansas.

O presidente Bush fez uma declaração que surpreendeu os ingênuos; em essência, ele disse: "Vamos perdoar os criminosos de guerra nazistas." Ele fez isso porque além de ser um deles, era totalmente subserviente ao papa e dedicado ao sonho maníaco de um domínio católico nazista mundial.


Fazendo exatamente o que seus pais, avós e tataravôs fizeram. Eles ainda estão assassinando, torturando, mentindo e destruindo tudo o que podem, que é decente e bom neste mundo.

Existe muita documentação a respeito da participação do presidente Bush e de todo o seu governo na continuação do Holocausto Católico Nazista. João Paulo II é mais um dos criminosos de guerra nazistas que ajudaram a promover a campanha presidencial de Bush; todos eles foram ligados a assassinatos, esquadrões da morte e outras atividades terroristas. Eles também estão implicados no tráfico de armas por drogas usado para sustentar as guerras contra a Nicarágua, Angola, Afeganistão e Camboja. Lembrando que esse documento é de 1990 - Hoje (2020) sabemos o que está por trás de tudo isso e também do tráfico humano.

Verifiquei também nesse documento de 1990 o seguinte:

O papa, o governo e as igrejas obrigarão todos a colocarem uma marca de lealdade na testa ou na mão e farão um decreto - todos os que se recusarem não poderão comprar ou vender (Apocalipse 13: 16- 17) e aqueles que se recusarem a adorar a imagem da besta devem morrer (Apocalipse 13:15).

A Palavra de Deus diz que aqueles que receberem a marca de Satanás arderão para sempre no Inferno (Apocalipse 14: 9-11).

Bingo: A Vacina!

Imagino que em 1990 Humberto Gessinger - Autor da letra o Papa é Pop e vocalista da Banda Engenheiros do Hawaii - já sabia o que em 2020 estamos descobrindo sobre a geopolítica e o globalismo.

Essa foi mais uma parte oculta da história. 
Não aceite tudo como verdade, pesquise. 
Estamos construindo um mundo melhor e para tal temos que desconstruir todo mal que nele existe.

Vivemos até aqui sequestrados, controlados e dominados. Nossa alforria vem pelo conhecimento da verdade.

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Claudia Ribas

Claudia Ribas

Professora, Gestora de RH, Escritora.

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