13/08/2020 às 23h40min - Atualizada em 13/08/2020 às 22h52min

A vitória virá pela estratégia, pela inteligência e razão, nunca por ideologias.

Claudia Ribas

Estamos a mais ou menos 75 dias das eleições americanas e nós, os já despertos, sabemos o que está por trás de toda narrativa da Covid-19 usada pela NOM e seu aparelhamento para manipular as mentes manipuláveis, evitando a reeleição do Trump. A reeleição do Trump quebra a espinha dorsal do globalismo.
 

Dormimos e acordamos com acontecimentos e verdades gritantes e, à medida que se aproxima a eleição, ficarão mais intensos e chocantes. Estamos em uma guerra sem os tradicionais armamentos, sem revolução sangrenta, mas a dominação pela narrativa, pelo medo e obediência dentro das esferas estatais e midiáticas, gerando a sensação que está tudo correto. Qualquer movimento fora dessa narrativa passa como teoria da conspiração. Uma quantidade significativa da população mundial acredita nessa narrativa, como se tudo que é contrário fosse fantasioso.
 

A Esquerda criminosa está se debatendo no mundo inteiro, acelerando com seus últimos suspiros para fazer valer sua agenda. Essa semana um dos acontecimentos chocantes foi a aprovação do aborto até os 9 meses na França. Isso foi feito na calada da noite. A Assembleia Nacional Francesa aprovou uma série de mudanças na lei de bioética. Isso vai contra os valores judaico-cristãos.
 

"Atentem-se para o mercado de orgãos humano. O que antes era contrabandiado agora será legalizado com bebês assassinados".
 

Sempre me pergutam quando tudo isso vai acabar. Após a reeleição do Trump, em 2 anos as coisas estarão bem, com a libertação das Ong's da Amazônia, a libertação da mentalidade do povo das ideologias que submetem e dominam, com o fim da NOM, a libertação do mundo da esquerda criminosa, da elite sombria que quer dominar a Terra.
 

Sempre gosto de deixar claro que nosso papel não é mais de expectador, hoje nosso papel é fazer acontecer a mudança que queremos ver, despertar consciências, desmistificar narrativas, ir além do provável e possível, impulsionar o despetar. Somos a maioria.
 

O Brasil é destinado a ser o Celeiro do Mundo, mas há um caminho a percorrer e muito trabalho a realizar até essa conquista. Não dá mais para sobreviver com anafalbetismo funcional, isso tem que ser eliminado. É através do conhecimento que vamos compreender nosso papel na sociedade. Nossa primeira conquista foi tirar a esquerda do poder. 
As guerras são constituídas de batalhas. Não devemos temer o resultado se conhecemos o inimigo. Embora a esquerda seja organizada já conhecemos bem seus métodos e ações.

 

A vitória virá pela estratégia, pela inteligência e razão, nunca por ideologias.
 

Até apróxima semana.


 

 


 

 

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Claudia Ribas

Claudia Ribas

Professora, Gestora de RH, Escritora.

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