27/07/2020 às 13h01min - Atualizada em 27/07/2020 às 12h56min

Por que não irei tomar a vacina chinesa

Vinicius Mariano
Desde que o coronavírus chinês surgiu, uma série de hipóteses foram levantadas quanto aos possíveis medicamentos que poderiam combate-lo, dentre eles, a cloroquina, que foi vítima de pesquisa com dados fraudados para afirmar que o medicamento não funcionava. Houve também a possibilidade da criação de uma vacina para combater o vírus chinês, oportunidade essa que foi adotada como pesquisa por laboratórios chineses e europeus para ver se finalmente põem-se um fim no pesadelo que o vírus chinês trouxe para a sociedade e, claro, para ver se ganham dinheiro com isso. Afinal, quem não quer descobrir um remédio para uma doença pandêmica que parou o mundo? Mesmo que esse remédio, seja na forma de vacina, seja na forma oral, custe barato, seu descobridor irá ganhar rios de dinheiro dada a abrangência da doença. No entanto, vacinas nunca foram lá medicamentos muito fáceis de fabricar, pelo contrário, a vacina que demorou menos tempo para ficar pronta foi a contra o sarampo e custou 10 anos de pesquisa e desenvolvimento, de 1953 a 1963. Sim, a ciência e a medicina daquela época não tinham comparação com a ciência, medicina e também com a tecnologia de hoje, que ajuda as outras duas primeiras áreas, porém, deve-se levar em conta que hoje, com todo esse aparato científico-tecnológico, a ciência não conseguiu descobrir vacinas para vírus que assolam a humanidade há décadas, como o HIV, malária e dengue. Esse é apenas um dos motivos os quais devemos suspeitar da vacina chinesa, além de outros de ordem econômica e de ordem científica que serão abordados nesse texto.

A China foi a grande responsável pela disseminação a nível pandêmico do coronavírus. A ditadura comandada pelo comunista Xi Jinping retardou o quanto pôde a comunicação à OMS, que quando finalmente foi avisada, ajudou a China a esconder o vírus, afirmando que deixar de viajar para lá não seria necessário e que o Partido Comunista Chinês estava lidando bem com o vírus, mesmo o Partido desaparecendo com jornalistas que avisaram para o mundo sobre o covid-19 e proibindo médicos de usar máscaras para não “causar pânico na população”. Um desses médicos, o dr. Li Wenliang, morreu de coronavírus por causa dessa política assassina do governo chinês. Logo, verifica-se que a China á a grande culpada pelos casos de covid-19, pelas mortes e pela destruição econômica mundial, e por ser culpada, ela deveria ser punida, algo que não vai acontecer se os governos do mundo comprarem a vacina que é produzida na China, que irá ganhar uma fortuna para resolver um problema que ela mesma criou. Isso nada mais é do que um incentivo para criar problemas e vender a solução, coisa que os socialistas acusam o capitalismo de fazer pelo fato de haver empresas de agrotóxicos e de remédios que pertencem a um mesmo dono.

Além disso, como dito, vacinas demoram muitos anos para ficar prontas, a que demorou menos foi a de sarampo, que levou 10 anos. Partindo desse ponto, como que a China, que é um país que nunca deu uma contribuição relevante para a medicina mundial, descobrindo a cura de uma doença grave, vai criar uma vacina em tão pouco tempo para um vírus que os cientistas nem descobriram um medicamento 100% eficaz ainda? Apesar de a cloroquina funcionar, ela não é absoluta e há pacientes que a tomam e ainda assim não resistem e morrem mesmo assim, pois o vírus está em um estágio avançado. O mesmo não acontece com a vacina de Oxford, pois a Europa e os EUA em si sempre estiveram na vanguarda da medicina, arte essa que nasceu na Grécia antiga, com Hipócrates.
A China também é acusada de roubo de tecnologias e propriedade intelectual. Em 2018, um cientista chinês chamado Hongjin Tan admitiu que quando trabalhou em uma empresa americana de petróleo nos EUA roubou segredos comercias e tecnologias de baterias de última geração. Tal tecnologia tinha o valor estimado de mais de 1 bilhão de dólares e se a China é um país que tem tecnologia e ciência tão avançada como ela diz, por que ela precisa roubar propriedade intelectual de outros países para desenvolver a sua tecnologia? Isso mostra que não se pode confiar o desenvolvimento de algo tão sério quanto uma vacina a um país que rouba o trabalho dos outros porque não tem capacidade científica o suficiente para criar suas próprias tecnologias. Na verdade, a vacina chinesa representa uma derrota para o próprio ocidente, pois, quem garante que tal vacina não está sendo feita com base nas pesquisas da vacina de Oxford, que está tendo o trabalho de realizar uma pesquisa séria e própria para combater o pesadelo do covid-19 e que pode ter tido a pesquisa roubada?

Vamos além: e se a vacina chinesa tiver algum efeito colateral que aparece depois de alguns anos? Isso é perfeitamente possível, pois se o efeito da vacina dura por anos, algum efeito colateral também pode aparecer depois de muito tempo e como a previsão é que a vacina fique pronta em 2021, nem testes eficazes terão sido feitos em um remédio suspeito. O problema disso é que a China nunca é cobrada pelas coisas erradas que faz. É um dos poucos países, ao lado de outras ditaduras socialistas, como Coreia do Norte, que ainda têm campos de concentração em seu território e ninguém fala nada sobre isso, muito menos a ONU, que deveria cobrar o país de fechar tais campos. A China também está descumprindo o acordo que fez com o Reino Unido em 1997, quando o país inglês devolveu Hong Kong à China. O acordo era que Hong Kong seria um território autônomo independente até 2047, quando seria eliminado o conceito de “um país, dois sistemas”, em alusão às influências chinesas e ocidentais britânicas, e ser novamente incorporado à China. Porém, a ditadura passou uma lei de segurança que minou praticamente toda a autonomia que Hong Kong poderia ter, o que não era o combinado com os ingleses. Além disso, nenhum desses órgãos que servem como locais para discussões inócuas, como a ONU, estão cobrando os danos causados pelo covid-19 da China. Logo, se a vacina chinesa causar efeitos colaterais que, por exemplo, mate as pessoas que a tomaram daqui a alguns anos, quem vai garantir que o país ao menos seja cobrado? Ninguém e esse efeito colateral é passível de se tornar realidade, pois no comunismo, a única coisa que é aprimorada são as técnicas de assassinato em massa. Veja que Stalin matou milhares de pessoas na URSS em 26 anos com violência, fome e tortura. Já Xi Jinping, ditador comunista moderno, está matando milhares de pessoas no mundo inteiro com um vírus, sem precisar para isso disparar um gatilho ou acionar um soldado.

Há um ditado no jogo de pôquer que diz que “toda rodada sempre tem um otário na mesa e se você não sabe quem ele é, você é o otário”. A China até agora nunca foi o otário nas relações internacionais, principalmente com o ocidente, mas tem feito o mundo inteiro de otário com suas tecnologias piratas roubadas, com seu autoritarismo desenfreado que ameaça minorias como os uigures e população de Hong Kong, com sua expansão cada vez maior etc. O que resta aos líderes mundiais, principalmente de países poderosos, como o governo dos EUA, que desde Trump está batendo nessa questão da China, e União Europeia é se questionar até quando vão aceitar ser otários de Pequim. O último ditador que não teve freios colocados por descumprir tratados, o sr. Adolf Hitler, promoveu um dos maiores genocídios do mundo durante o regime nazista. Se a China não for parada agora, enquanto há tempo, em um futuro muito breve haverá fotos de Xi Jinping em todo lugar do mundo e teremos que saudá-lo e se não fizermos, as câmeras de vigilância controladas pela Huawei, braço de tecnologia da ditadura chinesa, irá avisar o sistema de monitoramento chinês e seremos perseguidos pela “polícia das ideias”, da mesma forma que acontece no livro 1984, em que o mundo todo foi dominado por uma ditadura comunista que interfere e controla tudo e todos que existem no planeta.
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Opiniões sobre política, economia, governo, sociedade e tecnologia.

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