10/04/2022 às 10h29min - Atualizada em 10/04/2022 às 09h44min

A colecionadora de derrotas, Xuxa, perde mais uma na justiça. Agora, para Magno Malta. (Veja o vídeo)

Alexandre Siqueira

Alexandre Siqueira

Jornalista e administrador esportivo. Articulista no Jornal da Cidade e Jornal Tribuna Nacional.

Alexandre Siqueira
Se existe uma pessoa nessa vida que teve chances para reerguer-se, de mostrar-se com bom-caráter, essa pessoa é Maria das Graças Meneghel, a Xuxa. Não vou entrar no mérito dos motivos para sua opção em participar de filmes eróticos ou dos porquês em aceitar fazer cenas imorais com uma criança de 12 anos, mas, as escolhas sempre foram dela.
 
Das críticas ou zombarias do povo com relação ao seu envolvimento de seis anos com o Pelé (a quem hoje desqualifica) ou mesmo com o piloto Ayrton Senna, Xuxa foi alçada a “Rainha dos Baixinhos” pela Rede Globo, e por muitos anos, de fato, reinou nas manhãs da TV brasileira.
 
Em vão!!!
 
Com tudo isso, novamente por escolhas pessoais, nota-se que a ex-rainha foi tomada por sua má índole. Dentro de uma bolha de vaidades, ufanista e prepotente, pensa ela, que seu reino seria eterno, como se vivesse num mundo de fantasia como outrora. Parece que o anonimato lhe fez muito mal, ou pior. Agora caminha apenas pelas páginas sensacionalistas de revistas de fofoca ou se metendo a vítima de imaginários algozes.
 
Em 2012, por ocasião da Lei Joana Maranhão (12.650/2012), de autoria do então senador Magno Malta (sob os auspícios do seu Projeto de Lei 234/2009), época que presidia a CPI da pedofilia (desde 2008), Xuxa, a exemplo da nadadora Joana Maranhão (que inspirou o nome da lei), tornou público que também havia sido abusada na infância (em entrevista ao programa Fantástico). Ali, até ao senador Magno Malta coube elogios à loura pela coragem de expor o fato, e mais do que isso, projetar que ela poderia se tornar mais um símbolo no combate ao abuso de crianças e adolescentes.
 
Tudo em vão, de novo... e de novo, por opção da libertina!
 
Xuxa parece que para tentar recompor uma moralidade perdida, acha que as barras dos tribunais irão amparar seus anseios e mudar a realidade. Moveu ação contra a Google (onde buscava retirar da plataforma o filme AMOR ESTRANHO AMOR de 1982, em que aparece encenando, nua, com uma criança, por exemplo. Não admite que seu passado a condena e quer eliminar isso a qualquer preço.
 
Em 2020, lança um livro que envolve crianças no seu mundinho pervertido. E toma uma saraivada de críticas. Move ações, gratuitamente, por essas críticas, a torto e a direito. Que o digam a deputada federal Carla Zambelli, a deputada estadual (RJ) Rosane Félix, o policial militar paulista, Guilherme Solano, e o apresentar Sikêra Júnior. O último deles foi o próprio Magno Malta.
 
E a última sentença destes processos movidos pela ex-rainha, para variar, foi uma fragorosa derrota, ou vitória da justiça, como queiram. Sério mesmo que a ex qualquer coisa processou Magno Malta por ele ter dito que o maldito livro é indigno e esdrúxulo?  Ora, ora, pois acreditem!
 
Na insana “obra”, a Xuxa não se contenta em usar seu personagem infantil num mundo LGBTísta, pois ainda o coloca como filho de duas mães (lésbicas), com uma naturalidade doentia. Magno Malta, incrédulo, gravou um vídeo, no mesmo ano de 2020, onde emite sua opinião sobre o evento, inclusive agregou à peça, a própria autora falando do livro. Percebam que a condenada se esconde atrás de expressões como “preconceito”, “discriminação” e “que o amor é mais importante do que qualquer outra coisa”.

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