19/11/2021 às 20h45min - Atualizada em 19/11/2021 às 20h35min

​A incrível capacidade do governo fazer emergir ridículos

Alexandre Siqueira
O que faz um sujeito se prostrar à frente de um computador, se não for com lápis ou caneta e papel (o que não é nenhum demérito, pelo contrário, os admiro), apenas, e tão somente apenas, para atacar as pessoas? Dinheiro, certamente! Mas tem algo mais nessa história.
Vamos ao caso do fantoche de Pinóquio, que nada mais é do que um ser agravado pelo símbolo da mentira, associado à criatividade inventiva e cruel, Ricardo Kertzman. Se não, um monstro de laboratório, essa figura patética, não se importa em servir de soro para seus incautos, tristes e famintos leitores. Essas são faces de um mau-caráter.

Uma leitura mais atenta apenas aos títulos de suas malfadadas colunas, diz muito quem é o elaborador de ataques sórdidos àqueles a que lhe convém atacar. Em tempo: Sugiro não avançar na leitura das mesmas a fim de evitar traumas estomacais e neurológicos.  
Uma paradinha nos boxes para citação de sua apresentação, onde o careca, autointitulado como de bom coração (aff...), na verdade, um encantador de imbecilizados, se vitimiza perante os xingamentos que já recebeu, recebe, e, claro, continuará recebendo, mediante as barbaridades que fazem de seus textos meros despejos de sua doença, qual seja, achar, neuroticamente, que é um baluarte do bom senso, da moral e da verdade. Um pobre coitado!

Como ele mesmo conta, ainda em sua apresentação, uma pretensa panaceia pessoal [Quem é o misterioso Ricardo Kertzman (versão 2021)], começou sua “carreira” de crítico (nem jornalista é), tomando como sua, uma lógica que tomou conta do país em 2017 (ótimo pano de fundo), qual seja, atacar os ladrões da república (petistas e afins), fase, confesso, que não acompanhei, tal ignoto era seu nome, certamente. Este falastrão devia ter se tocado, neste período, onde ele meteria seu nariz ao se colocar publicamente para suas opiniões. O que ele não percebe, ao se tornar (ou tentar) ser um algoz do atual governo, é achar que vai passar incólume ao seus rebuscados e mal cheirosos textos, desde baboseiras, passando por covardias, e até criminosos, apenas para satisfazer àqueles que se alimentam de suas maledicências.

Seu chiqueiro “cresceu” a partir do Facebook, Portal UAI, até chegar a ISTO É. Mal se dá conta que está associado a uma mídia velha e escrota, e sob a escolta destas mídias que se sentem intocáveis, vai esculachando, e ofendendo, quem lhe dá na teia. Acha o idiota que este caminho é alguma façanha, alcance de sucesso (kkkkkkkkkk)... Isso, nada mais é do que um certificado de crápula do sistema. Ah, como seu espírito mentiroso o conduz, bobagem dele pensar que irão acreditar que o que faz não envolve dinheiro, como diz ele; é só “uma espécie de terapia, hobby ou por gosto” (de novo, kkkkkkkkkkkkkk). O canalha esconde seus atos até na figura da própria filha. Se ela já sabe ler, coitada...

Agora, voltando às pistas de suas chamadas de colunas.
Para ilustrar, saquei de seus últimos 100 títulos (agosto até hoje, 19 de novembro), que o nome Bolsonaro estava presente em 62 deles, ainda que o tema fosse a respeito de outra pessoa, e olhe que quase em sua totalidade, os assuntos são pertinentes ao atual governo. Não à toa faz jus ligar sua fúria à neurose.
Três exemplos, impregnada de mentiras e infâmias:
“Desgoverno Bolsonaro: arminha pra te matar; dedo do meio pra te f...der”
“A mesma cloaca que expeliu Bolsonaro trouxe à tona seu rebanho putrefato”
“Bolsonaro é o anjo da morte; o mercador da desgraça; o sócio da COVID-19”

Claro, o venal e desalmado escrevinhador, travestido de colunista, faz uso de seu minifúndio de calhordices para destilar seu veneno, pouco se importando com nível de estupidez e sordidez a que se submete.  Um asqueroso!
Direciona suas mandíbulas peçonhentas àqueles, e até instituições, que, de uma forma ou outra, tem ligações com os objetivos para os quais é pago, ou seja, (tentar) desqualificar, desmerecer e apequenar o governo federal, especialmente, como alvo principal, o presidente do Brasil. Um ser abjeto!

Mais dele, direto da sarjeta que o sustenta:
“Zé Trovão: mais um gângster é preso. Chegará a vez de Bolsonaro e demais”
“Fiemg puxa o saco de Bolsonaro em Dubai; deve estar satisfeita com o país”
“COVID nos EUA: Alô, ministro ‘Queirozga’, use o dedo do meio que passa”

Este cara rastejante não mede palavras para atacar qualquer um. Não poupa e nem respeita idosos, crianças, mulheres, enfim, tudo que respirar, para fazer valer todo centavo que recebe para manter suas narrativas. Um meliante vil!

Não respeita nem uma senhora, e sua família, mãe de Bolsonaro, num mesmo texto que carrega duas manchetes em publicações diferentes:
“Fake ou fato: mãe de Bolsonaro é vacinada”
“Cloroquina na mãe dos outros é refresco, né presidente?”

Esse malogrado inútil escancara para todo mundo, exceto, para os doentes que o amparam, para que serve a velha mídia brasileira. Jornalismo militante e perverso. Ele é vazio, um fracassado. Saber quem é quem é mais um legado do atual governo, e de Bolsonaro, claro!

Tornou-se neurótico. Nos últimos tempos, rara é uma vomitada textual dele que não contenha o nome Bolsonaro. A palavra BOLSONARO, e todas as suas variantes possíveis, tornaram-se um meio de vida, uma vertente que jorra inspiração para ele ludibriar e alimentar seus leitores, agradando aos patrões. Este incapaz, um inanimado cultural, vai ser sugado e chupado até virar um bagaço, um chorume qualquer, e depois, descartado e jogado na lata do lixo. Ainda que seja importante dizer que ele já faz parte do meio, da escória. A diferença é que vai voltar à sua origem estrumal.
Por mais esforço que eu faça, por mais vontade de entender, não consigo vislumbrar o dia a dia deste repugnante perante a sua própria família. Certamente, não consegue olhar nos olhos de seus familiares. Ou será que sua desfaçatez, cinismo e hipocrisia, parte de seus atributos, consegue inocular insensibilidades naqueles que vivem à sua volta? Não quero entrar no mérito para não ferir suscetibilidades.

A maior curiosidade deste cidadão é que sua metralhadora atira pra todos os lados, no entanto, falta-lhe coragem e honradez e se posicionar para quem seu senso crítico trabalha....
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Alexandre Siqueira

Alexandre Siqueira

Jornalista e administrador esportivo. Articulista no Jornal da Cidade e Jornal Tribuna Nacional.

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