22/05/2021 às 13h59min - Atualizada em 22/05/2021 às 13h30min

Passeando pelas redes sociais - Jair Bolsonaro 1990

Alexandre Siqueira
Milhões de pessoas que utilizam as redes sociais sempre registram o passado, e nos trazem aspectos e reflexões de toda ordem. E, claro, com a política não é diferente. E é bom lembrar que se o hoje é presente, amanhã será o passado. Portanto, tudo que está sendo feito hoje por um sistema maldito ao Brasil e aos brasileiros, amanhã será lembrado.

Em 1990, Jair Bolsonaro, como vereador do RJ, já mostrava sua conduta coerente com a dignidade e probidade pública. Já vimos outros exemplos deste tipo de posicionamento dele, e por mais que a turma do contra trabalhe para tentar desqualificá-lo, não conseguem.

Numa mesma página do Jornal do Brasil do dia 16 de março de 1990, duas notícias nos remetem à sua conduta de hoje, como presidente da república. Vale observar que sua atuação no parlamento municipal era bastante proativa e diligente.

 

A primeira notícia destaca que o vereador Jair Bolsonaro recusou o carro oficial comprado pela Câmara Municipal do RJ (42 veículos ao todo), o que gerou, à época, muita polêmica, e até justificou o motivo (já era motociclista). Ainda que a informação do jornal, maliciosamente, utilize a expressão "Presentear" os vereadores, na verdade, trata-se de carros oficiais para uso dos edis (conclusão pessoal). Mas isso não impede que as críticas aconteçam, mesmo porque, tudo foi feito de forma obscura e sigilosa, como é mostrado na matéria. Temos que lembrar, ainda, que tudo aconteceu quando o Brasil ainda fervia politicamente com a eleição de Fernando Collor, poucos meses antes.

A segunda notícia dá conta da discussão da Lei Orgânica para a cidade do Rio de Janeiro, onde os trastes políticos da época embutiram um “Trem da Alegria” na mesma lei. Para os mais novos, o trem da alegria era conhecido como uma forma de privilegiar, dar benefícios e contratar, servidores públicos de forma ilícita. E não se iludam, ainda há muito disso pelo Brasil afora.

E mais uma vez, Jair Bolsonaro, e mais dois outros vereadores, se rebelaram contra essa ilegalidade. Não busquei mais informações sobre o fim da votação desta lei, vez que o intuito aqui é mostrar a conduta e caráter do atual mandatário da nação.

Para ler na íntegra -
 http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=030015_11&pagfis=4662

Para quem já viu o vagabundo (conforme dito, com todas as letras, pelo senador Flávio Bolsonaro na CPI) do Renan Calheiros admitir que Bolsonaro foi o único a não ser corrompido enquanto deputado federal, é fácil entender porque há tantas maledicências contra o presidente.

Para encerrar, quero dar um salve às redes sociais e aos patriotas que fazem o bom uso da verdade. Rendo-me aqui, à expressão emanada pelo povo: O PRINT É ETERNO!
Link
Alexandre Siqueira

Alexandre Siqueira

Jornalista e administrador esportivo. Articulista no Jornal da Cidade e Jornal Tribuna Nacional.

Tags »
Relacionadas »
Comentários »