15/03/2021 às 13h02min - Atualizada em 15/03/2021 às 12h41min

O ponto de inversão do Brasil está marcado para o dia 7 de setembro de 2022

As sombras do Brasil são financiadas pelas sombras de outros continentes.

Claudia Ribas
No sen­ti­do eco­nô­mi­co e no sen­ti­do es­pi­ri­tual, ve­ri­fi­camos que o Bra­sil não es­tá des­ti­na­do so­men­te a su­prir as ne­ces­si­da­des ma­te­ri­ais, es­pe­ci­al­men­te ali­men­tar dos po­vos mais po­bres do Pla­ne­ta, mas tam­bém, repartir com o mun­do in­tei­ro, uma ex­pres­são con­so­la­do­ra de fra­ter­ni­da­de, amor uni­ver­sal e de fé ra­ci­o­ci­na­da, e ser o mai­or ce­lei­ro de luz espiritual de to­da hu­ma­ni­da­de.

Se ou­tros paí­ses con­quis­ta­ram com mé­ri­to, o pro­gres­so pe­las ex­pres­sões ma­te­ri­a­li­za­das e tran­si­tó­rias, o Bra­sil te­rá a sua ex­pres­são imor­tal na vi­da do es­pí­ri­to hu­ma­no, re­pre­sen­tan­do o ce­lei­ro de um pen­sa­men­to bon­do­so, sem as ide­o­lo­gi­as de se­pa­ra­ti­vi­da­de, inun­dan­do to­dos os cam­pos das ati­vi­da­des hu­ma­nas com a luz do bem.

To­dos os ob­ser­va­do­res mais aten­tos que vi­si­tam o Bra­sil, im­pres­sio­nam-se com as ri­que­zas ines­go­tá­veis em seu sub­so­lo, na flo­ra, na fau­na, nas pai­sa­gens na­tu­ra­is. Mas so­men­te aque­les co­ra­ções mais sen­sí­veis con­se­guem sa­ir da aná­li­se su­per­fi­ci­al e pe­ne­trar no Bra­sil es­pi­ri­tual, o Bra­sil co­ra­ção do seu po­vo, fra­ter­nal e ge­ne­ro­so, que lu­ta, so­nha e tra­ba­lha, cheio de es­pe­ran­ça, por uma na­ção com as mais pu­ras emo­ções, on­de o pa­ís pos­sa es­cre­ver a sua poesia de re­a­li­za­ções mo­ra­is em fa­vor do mun­do.

Por que o Bra­sil?
Por­que no fim do sé­cu­lo XIV, Je­sus, fa­zen­do uma de su­as vi­si­tas aos ve­lhos con­ti­nen­tes do pla­ne­ta Ter­ra, acom­pa­nha­do de to­da a sua cor­te de es­pí­ri­tos, se­gun­do Hum­ber­to de Cam­pos, em sua obra “Bra­sil, Co­ra­ção do Mun­do, Pá­tria do Evan­ge­lho”, cons­ta­tou a in­com­pre­en­são dos ho­mens no que se re­fe­re ao seu Evan­ge­lho de Amor. Por to­da par­te, a lu­ta entre compatriotas assola pe­la co­bi­ça dos bens ter­re­nos, des­tru­in­do to­das as es­pe­ran­ças e, mui­tas ve­zes, em seu no­me, nu­ma guer­ra in­com­pre­en­sí­vel guar­dan­do os lu­ga­res cha­ma­dos “san­tos” co­mo se to­dos os can­tos da Ter­ra não fos­sem san­tos, não fos­sem aben­ço­a­dos por Deus.
E, na­que­le mo­men­to em que a amar­gu­ra Di­vi­na sen­si­bi­li­zou a for­mo­sa as­sem­bleia de es­pí­ri­tos de es­col, An­jos e Ar­can­jos, foi que o no­bre es­pí­ri­to He­lil, pa­ra re­mo­ver a im­pres­são am­bi­en­te, di­ri­giu-se a Je­sus com bran­du­ra e hu­mil­da­de: “Se­nhor, se es­ses po­vos in­fe­li­zes, que pro­cu­ram na gran­de­za ma­te­ri­al uma fe­li­ci­da­de im­pos­sí­vel, mar­cham ir­re­me­dia­vel­men­te pa­ra os gran­des in­for­tú­nios co­le­ti­vos, vi­si­te­mos os con­ti­nen­tes ig­no­ra­dos, on­de es­pí­ri­tos jo­vens e sim­ples aguar­dam a se­men­te de uma vi­da no­va, nes­sas ter­ras po­de­reis ins­ta­lar o pen­sa­men­to cris­tão den­tro da dou­tri­na do amor e da li­ber­da­de”.
E a ca­ra­va­na, dei­xan­do um ras­tro de luz na imen­si­dão espacial, rumou às no­vas ter­ras, que se­ria mais tar­de o con­ti­nen­te ame­ri­ca­no. Ao vi­si­tar o sul on­de se en­con­tra as ter­ras bra­si­lei­ras, no seio da pai­sa­gem, Je­sus, com as mãos er­gui­das pa­ra o al­to co­mo se in­vo­cas­se a bên­ção do pai pa­ra to­dos os ele­men­tos da­que­le so­lo ex­tra­or­di­ná­rio, ex­cla­mou: “Pa­ra es­ta ter­ra ma­ra­vi­lho­sa e ben­di­ta se­rá trans­plan­ta­da à ár­vo­re do meu Evan­ge­lho de Pi­e­da­de e Amor”. No seu so­lo da­di­vo­so e fer­ti­lís­si­mo, to­dos os po­vos da ter­ra apre­en­de­rão a lei da fra­ter­ni­da­de uni­ver­sal. Sob es­tes céus se­rão em to­dos Ho­sa­na mais ter­nos a mi­se­ri­cór­dia do Pai ce­les­tial. “Tu, He­lil, te cor­po­ri­fi­ca­rás na ter­ra, no seio do po­vo, ins­ti­tu­i­rás em um ro­tei­ro de co­ra­gem, pa­ra que se­jam tran­spos­tas as imen­si­da­des des­ses oce­a­nos pe­ri­go­sos e so­li­tá­rios que se­pa­ram o ve­lho do no­vo mun­do”.

E co­mo de­ter­mi­nou Je­sus, no dia 04 de mar­ço de l394, co­mo fi­lho de D. Jo­ão I e de D. Fi­li­pa de Len­cas­tre, He­lil nas­ce em Por­tu­gal, na ci­da­de do Por­to, re­ce­ben­do o no­me de Hen­ri­que de Avis, mais tar­de, co­nhe­ci­do co­mo In­fan­te de Sa­gres ou “O Na­ve­ga­dor”. Fun­dou a Es­co­la de Na­ve­ga­do­res, pro­pi­ci­an­do ener­gi­as no­vas aos por­tu­gues­es em bus­ca das no­vas ter­ras, tor­nan­do-se a mais im­por­tan­te fi­gu­ra do iní­cio da era das des­co­ber­tas.
Nos re­por­ta­mos àque­le di­á­lo­go ines­que­cí­vel e his­tó­ri­co quan­do, no pla­no es­pi­ri­tual, He­lil, te­me­ro­so pe­lo fu­tu­ro, diz ao mes­tre: “Je­sus, gra­ças ao vos­so co­ra­ção mi­se­ri­cor­di­o­so, a Ter­ra do Evan­ge­lho flo­res­ce­rá ago­ra pa­ra o mun­do in­tei­ro, mas dai-nos a vos­sa bên­ção, te­mo que a pi­ra­ta­ria de to­dos os sé­cu­los, que as na­ções am­bi­cio­sas ma­tem as nos­sas es­pe­ran­ças, in­va­din­do as su­as pos­si­bi­li­da­des e des­tru­in­do os seus te­sou­ros…”.

Je­sus, con­fi­an­te na pro­te­ção do Pai e na ale­gria que traz em si, não he­si­ta em di­zer: “He­lil, afas­ta es­sas pre­o­cu­pa­ções e re­cei­os inú­te­is. A re­gi­ão do cru­zei­ro, on­de se re­a­li­za­rá a epo­peia do meu evan­ge­lho, es­ta­rá an­tes de tu­do li­ga­da eter­na­men­te ao meu co­ra­ção. As po­tên­cias im­pe­ri­a­lis­tas da ter­ra es­bar­ra­rão sem­pre nas se­cas cla­ri­da­des di­vi­nas e nos se­rão gigantescas re­a­li­za­ções. An­tes de es­tar li­ga­da aos ho­mens, é ao meu co­ra­ção que ela se en­con­tra li­ga­da pa­ra sem­pre”.

E foi as­sim que o pe­que­no Por­tu­gal, no ano de 1500, des­co­briu o Bra­sil e atra­vés de três lon­gos sé­cu­los, em­bo­ra pre­o­cu­pa­do com as fa­bu­lo­sas ri­que­zas dos ín­di­os, pô­de con­ser­var con­tra in­gles­es, fran­ces­es, es­pa­nhóis e mui­tos pi­ra­tas, a uni­da­de ter­ri­to­ri­al de uma pá­tria com oi­to mi­lhões e meio de km² e com oi­to mil km de cos­ta ma­rí­ti­ma. Nun­ca hou­ve exem­plo co­mo es­se em to­da a his­tó­ria da hu­ma­ni­da­de. Só o Bra­sil se man­te­ve uno e in­di­vi­sí­vel na Amé­ri­ca. É que a mão do Mes­tre Je­sus está so­bre a sua lon­ga ex­ten­são e so­bre as su­as mágicas ri­que­zas.

“O co­ra­ção Ge­o­grá­fi­co do Or­be não pode ser separado”.
E al­guém po­de­rá es­tar ques­ti­o­nan­do: o Bra­sil Co­ra­ção do Mun­do, Pá­tria do Evan­ge­lho?… Mas e to­dos os cri­mes ab­sur­dos de to­das as or­dens que es­tão ocor­ren­do em nos­sa pá­tria?
No en­tan­to, se Deus per­mi­te a prá­ti­ca de tan­tos ab­sur­dos por par­te dos po­de­ro­sos tem­po­rá­rios da Ter­ra, que se em­bri­a­gam com o vi­nho da au­to­ri­da­de tran­si­tó­ria e da am­bi­ção des­me­di­da, é que to­dos es­ses so­fri­men­tos na­da mais re­pre­sen­tam do que ex­pe­ri­ên­cias pe­no­sas, pa­ra abre­vi­ar a com­pre­en­são ge­ral da luz Di­vi­na no fu­tu­ro. Se ti­vés­se­mos as­si­mi­la­do há mais tem­po os en­si­na­men­tos do Mes­tre Je­sus, com cer­te­za não es­ta­rí­a­mos ho­je vi­ven­do tan­tas pro­va­ções e ex­pi­a­ções co­le­ti­vas.
No en­tan­to, o mo­men­to é de tran­si­ção, e Je­sus só pe­de pi­e­da­de, hu­mil­da­de e amor aos bra­si­lei­ros, pa­ra que pos­sa trans­bor­dar de lu­zes em di­re­ção ao seu ir­mão de ca­mi­nha­da evo­lu­ti­va em to­do o mun­do.

No dia 2 de setembro de 2018 a casa de D. Pedro I e da imperatriz D. Leopoldina virou cinzas. Assim iniciou o processo cármico do Brasil. Cinco dias depois Jair Messias Bolsonaro leva a facada que, também, atingiu a esperança do Brasil.
Estamos em pleno avanço da luz. A sombra está vindo com força. 

O que isso tem a ver com política e geopolítica?
As sombras do Brasil são financiadas pelas sombras de outros continentes. Vamos assistir a convulsão social, o ranger de dentes...

O ponto de inversão do Brasil está marcado para o dia 7 de setembro de 2022. É nesse dia que o Brasil torna-se a "Pátria do Evangelho Coração (Celeiro) do Mundo."

É a partir do dia 7 de setembro de 2022 que a paz se estabelecerá? 
Como um bebê quando nasce precisa de cuidados, alimento, tempo de amadurecimento... assim a Pátria do Evangelho crescerá, prosperará, em uma egregora de luz para cumprir a sua missão planetária.

Nós, patriotas, não podemos desistir da firmeza, coragem nas batalhas, dos exemplos no bem, na honestidade, na empatia, no autruísmo, no amor, na piedade.

A atual guerra é espiritual, pertence as sombras, mas só o Amor é real.

Até a próxima!
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Claudia Ribas

Claudia Ribas

Professora, Gestora de RH, Escritora.

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