27/10/2020 às 11h48min - Atualizada em 27/10/2020 às 10h30min

MG - Movimento Direita Minas - Na juventude, um novo olhar para nossa política!

Alexandre Siqueira
Jornal da Cidade
Tempo - Meados de 2014; policial militar incomodado com o sistema de impunidade. Cenário; ambiente militar, e a faculdade e as “fantasias” dali. O choque dessas realidades o despertou para a política. Seu nome; Geraldo Junio Amaral, conhecido como Cabo Junio Amaral.
 
Objetivo - Inicialmente, e não necessariamente com interesse em participar de pleitos, Junio Amaral percebeu que um movimento para mudanças começou a tomar corpo, e a liderança naturalmente veio para unir uma demanda que clamava pelo conservadorismo.
 
Talvez o fator mais importante para Junio Amaral, e essa aproximação com a política, foi o depoimento do até então deputado federal, Jair Bolsonaro, que tocou num tema ligado à sua carreira como policial militar e à injustiça que tanto o aborrecia. O assunto era o sistema penitenciário. Ali, entendeu que o movimento Direita Minas teria uma voz, ainda que única no parlamento, que corroborava com o sentimento de jovens como ele.
 
A formalização do movimento, e sua fundação, aconteceu em outubro de 2015. Daí em diante, cada vez mais fortalecido por convicções de direita e seus valores conservadores, veio o passo para marcar presença nas casas legislativas de cidades, do estado e do país.
 
A juventude estava preparada para representar os ideais que defendiam. A impressionante força jovem começou a mostrar seus representantes. Como um furacão! Com apenas 19 anos, Bruno Engler se candidatou a vereança em Belo Horizonte. Não foi eleito, mas não desistiu do movimento. Em 2018, já em harmonia com Junio Amaral, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais e a Câmara dos Deputados recebia seus primeiros eleitos, respectivamente, Bruno Engler e Cabo Junio Amaral. Não foi por acaso. Alinhados ao também eleito, Jair Bolsonaro, o movimento não teria mais volta.

E como não poderia ser diferente, os jovens, cada vez mais interessados pela política e sua mudança de filosofia, estão em plena concorrência com novos postulantes neste ano de 2020. Não podemos deixar de citar que em São Paulo seguem a mesma linha o Movimento Conservador e no estado do Paraná, o  Direita Paraná
 
Entrevista com o deputado federal Cabo Junio Amaral:
 

 
A garotada - Que me permitam chamá-los assim, a garotada vem marcar presença no pleito deste ano. Não estranhem, mas candidatos com 23, 25, 30, 35 anos terão seus nomes nas eleições, como se formassem um “time” de baixa média de idade, disputando, frente a frente, com um outro time formado por “experientes” políticos. E parece que o povo está cansado de nomes que fazem da política um quintal para criar suas galinhas.
 
E Minas Gerais apresenta Bruno Engler, candidato a prefeito em Belo Horizonte, com 23 anos, Nikolas Ferreira/Belo Horizonte, 24 anos, Rayane Maia/Mariana, 26 anos, Pedro Luiz/Contagem, 24 anos, Cristiano Caporezzo/Uberlândia, 32 anos e Roberta Lopes/Juiz de Fora, 35 anos, são alguns nomes oriundos do movimento Direita Minas e alinhados com o presidente conservador Jair Bolsonaro. Mas tem muitos nomes espalhados por todo o estado.
  

  
Alguns fatores, além da vocação para impor uma nova política no país, tem na união destes jovens uma filosofia completamente adversa ao que é praticado no Brasil; Une a responsabilidade e a consciência política. Eles trazem a oportunidade de promover mudanças e ampliar o conhecimento e o despertar da sociedade para uma nova realidade política. Formam a pauta destes jovens, princípios cristãos, atenção à família e à educação, valorização do civismo, da moralidade e da ética, na liberalidade da economia, ao equilíbrio e impessoalidade do sistema judiciário, e atendimento à saúde e segurança pública. Um olhar que está ao alcance de todos os brasileiros.
 
A transição, para todos os efeitos, a partir de agora, é responsabilidade da sociedade. Cabe ao cidadão/eleitor escolher entre a velha política e a juventude. Que todos mirem, cada qual em sua cidade, o candidato que vai representá-lo de fato na Câmara Municipal e na Prefeitura.
 
Estamos a um dedilhar de botões da urna eletrônica! Estamos a um dedilhar para novos tempos na política!
 
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Alexandre Siqueira

Alexandre Siqueira

Jornalista e administrador esportivo. Articulista no Jornal da Cidade.

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